
Título: Sonhar, Fantasiar, Virtualizar
Autor: Serge Tisseron
Sinopse: Devemos temer as tecnologias digitais? Nem mais nem menos que as possibilidades de nossa própria mente! Pois tudo o que fazemos com elas tem como modelo nossa vida interior, desde a existência de objetos que podemos qualificar como “virtuais” até formas de relação que virtualizam e empobrecem, cuja origem sempre deve ser buscada em experiências traumáticas. O que fazem nossas telas de computador é simplesmente multiplicar essas possibilidades, ora a serviço da reciprocidade ora a serviço do poder. O estudo das tecnologias digitais à luz do virtual psíquico ajuda a entender melhor os diferentes usos dos jogos de vídeo, suas utilizações patológicas, às vezes qualificadas como vícios, e seu papel na aprendizagem, colocando o prazer em primeiro lugar. Ele também permite o estabelecimento das bases de uma terapia com os avatares.
Contexto da obra
Nas biografias, obras como esta costumam chamar atenção pelo encontro entre trajetória pessoal e contexto histórico. “Sonhar, Fantasiar, Virtualizar”, de Serge Tisseron, publicado pela editora Edições Loyola, em 2015 e com 184 páginas, integra a categoria Livros de Biografias. Por isso, o livro tende a ganhar mais profundidade quando o leitor observa também o mundo que se desenha ao redor da trajetória narrada.
Editora: Edições Loyola
Páginas: 184
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8515042703
ISBN13: 9788515042708
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,276
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,10
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Loyola convidam o leitor a uma imersão em temas ligados à filosofia, teologia e espiritualidade, com abordagens que transitam entre o rigor acadêmico e a linguagem acessível. O catálogo privilegia obras que exploram a reflexão ética, a experiência religiosa e o pensamento crítico, muitas vezes ancorados em tradições cristãs e no diálogo com a cultura contemporânea. A leitura desses textos costuma exigir atenção ao desenvolvimento de argumentos densos, mas é também marcada por momentos de clareza didática e por um tom contemplativo. Há obras que apresentam compêndios clássicos, como tratados teológicos, e outras que adotam um estilo quase poético para discutir a condição humana e a fé.
