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Sonhei que era ninfomaníaca

Título: Sonhei que era ninfomaníaca

Autor: Kathy Acker

Sinopse: Originalmente publicado em 1974, o livro é escrito em primeira pessoa. “Meu nome é Kathy Acker. A história começa comigo totalmente entediada”, declara a autora. E sua prosa, escrita no ritmo do pensamento, convoca quem lê a embarcar em sua viagem vertiginosa. Um sonho se repete e, com ele, parágrafos inteiros reaparecem, em um exercício literário no qual conteúdo e forma são inseparáveis um do outro. A cada capítulo, Acker já não é ela mesma, e as personagens nas quais se converte contam suas histórias de prazeres, vícios, delírios. Mais do que produzir um discurso supostamente verdadeiro sobre sexualidades, o livro experimenta múltiplas possibilidades do corpo, do gênero e da linguagem. E para quem espera uma escrita frenética sobre prazeres, o livro surpreende. Acker consegue articular sua experimentação a cenários muitas vezes compostos por instituições disciplinares -- escolas, hospitais, prisões -- que modulam os desejos e possibilidades de nossas vidas. Parece ser também de suas amarras que a autora busca escapar.

Contexto da obra

Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Sonhei que era ninfomaníaca”, de Kathy Acker, publicado pela editora Crocodilo Edições, em 2024 e com 104 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.

Editora: Crocodilo Edições

Páginas: 104

Ano: 2024-01-01

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 6588301219

ISBN13: 9786588301210

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,154
  • Altura (cm): 21,00
  • Largura (cm): 14,00
  • Espessura (cm): 1,40

Sobre o autor

A leitura dos livros de KATHY ACKER é uma experiência intensa e multifacetada, onde a prosa se move no ritmo do pensamento, ora vertiginosa, ora fragmentada. A autora explora identidades fluidas e múltiplas possibilidades do corpo e do gênero, sem se prender a uma narrativa linear ou tradicional. A tensão surge da justaposição entre cenas de violência, sexualidade explícita e uma busca constante por liberdade, muitas vezes atravessada por instituições que limitam os desejos. A escrita combina colagens, reescrituras e paródias, criando um efeito caleidoscópico que desafia o leitor a navegar entre o real e o imaginário, o íntimo e o político. Essa abordagem confere aos seus livros uma densidade que mistura brutalidade e lirismo, fazendo emergir perguntas sobre identidade, poder e linguagem.

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