
Título: Sopa de Salsicha. O Filme
Autor: Eduardo Medeiros
Sinopse: Contando com uma legião de fãs na internet, Sopa de salsicha é a crônica do dia a dia de Eduardo Medeiros, um talentoso quadrinista metido em encrencas clássicas: aperto financeiro, mudanças de lar e um difícil projeto pela frente. O projeto é este romance gráfico, um trabalho de fôlego em que Medeiros narra, com ajuda da indefectível Baixinha e de outros quadrinistas, suas aventuras diárias e seus embates com o processo criativo, a vida nova em Florianópolis e as visitas de um Michael Bolton que talvez esteja tentando conquistar a sua mãe. Um dos mais talentosos nomes do novo quadrinho brasileiro numa história surpreendente sobre amadurecimento, mudanças importantes e chuveiros apertados.
Contexto da obra
Nos mangás, HQs e quadrinhos, o contexto do livro costuma nascer do encontro entre imagem, ritmo e narrativa. “Sopa de Salsicha. O Filme”, de Eduardo Medeiros, publicado pela editora Quadrinhos na Cia, em 2016 e com 168 páginas, integra a categoria Mangás, Hqs e Quadrinhos. Na prática, isso ajuda a perceber melhor o papel da linguagem visual na experiência do livro.
Editora: Quadrinhos na Cia
Páginas: 168
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535927034
ISBN13: 9788535927030
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,400
- Altura (cm): 26,00
- Largura (cm): 18,20
- Espessura (cm): 1,40
Sobre a editora
Os livros da editora Quadrinhos na Cia costumam apresentar narrativas em quadrinhos que transitam entre memórias pessoais e grandes contextos históricos, com um olhar que mistura emoção e crítica. O catálogo reúne histórias que vão do relato autobiográfico intenso, passando por sátiras políticas e sociais, até aventuras clássicas e experimentações gráficas. Muitas obras exploram conflitos humanos profundos, como a busca por identidade, a solidão urbana e as tensões políticas, com um tom que pode variar do humor ácido ao drama contido. A leitura desses quadrinhos frequentemente exige atenção ao detalhamento visual e à construção de atmosferas densas, seja em narrativas mais lineares ou em estruturas fragmentadas e poéticas.
