
Título: Sopapo Poético: Pretessência
Sinopse: Entre na roda de poemas do Sopapo Poético, um espaço de livre expressão da arte e da cultura negra. O livro Pretessência apresenta algumas das inúmeras vozes negras gaúchas que fomentam literatura. De nomes consagrados a talentos emergentes, mais velhos ou mais jovens, as variadas trajetórias presentes nesta antologia apontam: não há limites para a poesia. Que rufem os tambores! Que soem os batuques do sopapo! A leitura vai começar! Recite, cante, gesticule, grite e, assim que puder, venha para a roda de poesia do Sopapo Poético com toda a sua Pretessência!
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Sopapo Poético: Pretessência”, de Ana dos Santos, Delma Gonçalves, Duan Kissonde, Fátima Farias, Isabete Fagundes Almeida, Poeta J. Romaria, Jorge Fróes, Jorge Onifade, Leandro Machado, Lilian Rode Marques da Rocha, Maria do Carmo dos Santos, Mamau de Castro, Nádia Lis Severo, Pâmela Amaro, Paulo Ricardo de Moraes, Renata Mathias de Moura, Renato Borba, Sidnei Borges, Silvana Conti, publicado pela editora Libretos, em 2016 e com 223 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Libretos
Páginas: 223
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788555490101
Sobre a editora
Os livros da editora Libretos apresentam uma diversidade de vozes e formatos, com forte presença da literatura regional e da cultura gaúcha, além de obras que exploram poesia, narrativa e ensaio. A experiência de leitura pode variar entre o tom intimista e reflexivo, como em diários e poemas, e a tensão de relatos históricos ou contos dramáticos. Muitas obras trazem um recorte cultural específico, seja pela valorização da arte negra, da diversidade infantil ou da cena literária local. O catálogo da Libretos revela ainda um interesse por temas sociais e políticos, com textos que dialogam com questões contemporâneas e históricas, sempre com uma linguagem acessível e, por vezes, experimental.
