
Título: Spektro (Número 9): A Revista do Terror
Autor: Shima
Sinopse: Revista popular brasileira lançada nos anos 70/80 com contos de terror. Muitas das histórias versavam sobre temas em comum com o povo como artes ocultas, comum no imaginário popular brasileiro, nos sertões e nas cidades grandes. Criaturas folclóricas como boiúna, mapinguari, papa fígado ou papa figo (popular lenda do Nordeste brasileiro), lobisomem, vampiros, besta-fera, demônios, seres sobrenaturais, macumba, os tradicionais "causos" (verídicos ou não), histórias de caipiras, cangaceiros, histórias sobre jagunços, histórias nos sertões do Nordeste ou no interior da Amazônia na época dos bandeirantes, discos voadores (foi quadrinizado sobre o famoso caso de Casimiro de Abreu em 1981), isso tudo mexia com o leitor e enfim realmente a identificação dos leitores com a revista era grande. Essa identificação atraiu uma legião de fãs em potencial. Eram também notáveis os anúncios comerciais publicados na Spektro e nas demais revistas da linha de terror da Vecchi.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Spektro (Número 9): A Revista do Terror”, de Shima, publicado pela editora Vecchi, em 1979 e com 162 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Vecchi
Páginas: 162
Ano: 1979
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora VECCHI costumam apresentar narrativas que transitam entre o suspense sobrenatural e o faroeste clássico, criando atmosferas tensas e cheias de ação. Muitas histórias se desenrolam em cenários históricos, como o Velho Oeste americano e regiões indígenas, onde conflitos entre personagens e forças ocultas ganham destaque. O catálogo traz desde aventuras protagonizadas por heróis implacáveis até tramas que exploram pactos sombrios, cultos e ameaças místicas, com um tom que varia do dramático ao sombrio. O ritmo dessas obras tende a ser dinâmico, com confrontos frequentes e momentos de tensão que mantêm o leitor atento. Além disso, a presença de quadrinhos e HQs de terror indica uma preferência por formatos visuais que combinam narrativa e arte para intensificar o clima das histórias.
