
Título: Stone Age Economics
Autor: Marshall Sahlins
Sinopse: Since its first publication over forty years ago Marshall Sahlins's Stone Age Economics has established itself as a classic of modern anthropology and arguably one of the founding works of anthropological economics. Ambitiously tackling the nature of economic life and how to study it comparatively, Sahlins radically revises traditional views of the hunter-gatherer and so-called primitive societies, revealing them to be the original "affluent society." Sahlins examines notions of production, distribution and exchange in early communities and examines the link between economics and cultural and social factors. A radical study of tribal economies, domestic production for livelihood, and of the submission of domestic production to the material and political demands of society at large, Stone Age Economics regards the economy as a category of culture rather than behaviour, in a class with politics and religion rather than rationality or prudence. Sahlins concludes, controversially, that the experiences of those living in subsistence economies may actually have been better, healthier and more fulfilled than the millions enjoying the affluence and luxury afforded by the economics of modern industrialisation and agriculture.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Stone Age Economics”, de Marshall Sahlins, publicado pela editora Routledge, em 2017 e com 376 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Routledge
Páginas: 376
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9781138702615
Sobre a editora
Os livros da editora Routledge costumam oferecer leituras densas e fundamentadas, que transitam entre análises sociais, históricas e filosóficas com rigor acadêmico. O catálogo apresenta obras que exploram temas complexos como dinâmicas culturais, teorias sociais, políticas públicas, estudos de gênero, filosofia da arte e mediações culturais, frequentemente com um tom analítico e interdisciplinar. As narrativas são mais informativas e reflexivas do que ficcionais, com textos que demandam atenção ao desenvolvimento de argumentos e conceitos, e que dialogam com debates contemporâneos em várias áreas do conhecimento. Há, portanto, uma predominância de obras que privilegiam o aprofundamento teórico e a contextualização histórica, com linguagem clara, porém densa, adequada a leitores interessados em estudos acadêmicos e profissionais.
