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Stone Mattress: Nine Tales

Título: Stone Mattress: Nine Tales

Autor: Margaret Atwood

Sinopse: Margaret Atwood turns to short fiction for the first time since her 2006 collection, Moral Disorder, with nine tales of acute psychological insight and turbulent relationships bringing to mind her award-winning 1996 novel, Alias Grace. A recently widowed fantasy writer is guided through a stormy winter evening by the voice of her late husband in "Alphinland," the first of three loosely linked stories about the romantic geometries of a group of writers and artists. In "The Freeze-Dried Bridegroom," a man who bids on an auctioned storage space has a surprise. In "Lusus Naturae," a woman born with a genetic abnormality is mistaken for a vampire. In "Torching the Dusties," an elderly lady with Charles Bonnet syndrome comes to terms with the little people she keeps seeing, while a newly formed populist group gathers to burn down her retirement residence. And in "Stone Mattress," a long-ago crime is avenged in the Arctic via a 1.9 billion-year-old stromatolite. In these nine tales, Margaret Atwood is at the top of her darkly humorous and seriously playful game.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Stone Mattress: Nine Tales”, de Margaret Atwood, publicado pela editora Nan A. Talese, em 2014 e com 288 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Nan A. Talese

Páginas: 288

Ano: 2014

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN: 0385539126

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Margaret Atwood é uma imersão em mundos onde o futuro próximo se mistura com o presente, criando cenários que oscilam entre o familiar e o inquietante. Sua prosa combina uma tensão constante entre o distópico e o íntimo, revelando personagens que enfrentam crises morais e sociais profundas, muitas vezes em regimes totalitários ou sociedades pós-apocalípticas. O ritmo varia entre narrativas densas e momentos de reflexão, com um humor sutil e uma ironia que não poupam críticas ao poder, à opressão e às questões ambientais. A experiência é marcada por vozes femininas complexas e multifacetadas, que desafiam versões tradicionais da história e da mitologia. Ler Margaret Atwood é confrontar perguntas sobre identidade, memória e resistência, sempre com uma escrita que é ao mesmo tempo acessível e carregada de significado, um convite para pensar o presente através de futuros possíveis.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Nan A. Talese costumam explorar narrativas densas e multifacetadas, que transitam entre o suspense psicológico, a ficção distópica e biografias literárias. O leitor encontra histórias que combinam tensão e reflexão, como thrillers sociais ambientados em cenários políticos instáveis, além de obras que dialogam com o passado histórico e cultural, revelando trajetórias pessoais complexas. A linguagem varia do lírico ao direto, com ritmo que ora acelera em tramas de mistério, ora desacelera para mergulhar em memórias e análises profundas. O catálogo sugere um interesse por personagens multifacetados e conflitos íntimos, muitas vezes inseridos em contextos sociais ou ambientais desafiadores.

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