
Título: Stories I Stole
Autor: Wendell Steavenson
Sinopse: Fed up with working for Time magazine in London, Wendell Steavenson spent two years in the former Soviet republic of Georgia. Stories I Stole captures the exuberance of a fledgling nation of local despots, mountain tribes, blood feuds, and an unlimited flow of red wine. From President Shevardnadze's rigged elections to horse races high in the mountains; from the eerie roadside artifacts of the Soviet era to the farcical power outages in the dead of winter, here is Georgia: weird, invigorating, and still coming to grips with the legacy of its most famous son, Joseph Stalin. Far more than a travel book, this is a scintillating menagerie of true stories peopled by vivid -- and sometimes insane -- characters. In the beach resort of Sukhumi, once the destination of every fashionable Russian but now wracked by civil war, Wendell plays hangman with a secret policeman. In the capital Tbilisi -- ensconced in Levan's Magic Room or lounging in the steam baths -- she hears about the latest duel or kidnapping. In Khevsureti, the meadows are dotted with blue-painted beehives and yellow flowers, while just over the border, there is war in Chechnya.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Stories I Stole”, de Wendell Steavenson, publicado pela editora Grove Press, em 2004 e com 288 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Grove Press
Páginas: 288
Ano: 2004
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN:
ISBN13: 9780802140678
Sobre a editora
Os livros da editora Grove Press costumam oferecer experiências de leitura marcadas por narrativas densas, muitas vezes com personagens complexos e conflitos morais profundos. O catálogo traz desde histórias que exploram o peso da memória e da culpa em cenários realistas, até obras que se aventuram em territórios do surreal e do fantástico, como o uso do realismo mágico para revelar segredos do passado. Há também uma atenção evidente a temas sociais e políticos, como a luta por liberdade, as tensões raciais e culturais, e os dilemas da identidade, apresentados com um tom que varia entre o trágico, o satírico e o crítico. A linguagem pode ser elaborada e reflexiva, com ritmo que ora é cadenciado e contemplativo, ora rápido e irônico, como em narrativas que misturam humor ácido e suspense.
