
Título: Strong Enough to Die (Caitlin Strong #1)
Autor: Jon Land
Sinopse: Caitlin Strong is a fifth-generation Texas Ranger, proud to wear the badge of her father and grandfather—until a deadly shoot-out along the Mexican border causes her to question her calling. Five years later, Caitlin is still trying to purge herself of guilt from the day that ended her Ranger career. But a shattering discovery will reopen old wounds, and Caitlin’s renewed investigation into the truth behind the bloody desert firefight uncovers a terrifying plot that reaches into every home and threatens the very core of the country. Her only hope for success—and survival—is to team up with Cort Wesley Masters, a deadly outlaw who has every reason to want her dead. But he also holds the key to the truth she desperately seeks in the anguished brain of an amnesiac torture victim. Caitlin’s tormented quest for redemption takes her to a dark world, ranging from Washington to Bahrain to the wastelands of Mexico, as she finds that the strength to live comes from learning how to die.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Strong Enough to Die (Caitlin Strong #1)”, de Jon Land, publicado pela editora Forge, em 2009 e com 352 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Forge
Páginas: 352
Ano: 2009
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9780765312587
Sobre a editora
Os livros da editora Forge costumam oferecer narrativas que misturam suspense, mistério e drama humano, muitas vezes ambientadas em cenários contemporâneos que vão de pequenas cidades a grandes centros urbanos. As histórias frequentemente exploram conflitos pessoais intensos, como perdas, vinganças e dilemas morais, e trazem protagonistas que enfrentam desafios tanto externos quanto internos. O ritmo varia entre o tenso e o reflexivo, com momentos de ação e investigação se alternando com passagens mais introspectivas. O catálogo sugere uma diversidade de temas, do thriller político ao drama familiar, passando por ficção científica e fantasia histórica, com um tom que privilegia a construção de atmosferas envolventes e personagens complexos.
