
Título: Stuff White People Like
Autor: Christian Lander
Sinopse: They love nothing better than sipping free-trade gourmet coffee, leafing through the Sunday New York Times, and listening to David Sedaris on NPR (ideally all at the same time). Apple products, indie music, food co-ops, and vintage T-shirts make them weak in the knees. They believe they’re unique, yet somehow they’re all exactly the same, talking about how they “get” Sarah Silverman’s “subversive” comedy and Wes Anderson’s “droll” films. They’re also down with diversity and up on all the best microbrews, breakfast spots, foreign cinema, and authentic sushi. They’re organic, ironic, and do not own TVs. You know who they are: They’re white people. And they’re here, and you’re gonna have to deal. Fortunately, here’s a book that investigates, explains, and offers advice for finding social success with the Caucasian persuasion. So kick back on your IKEA couch and lose yourself in the ultimate guide to the unbearable whiteness of being.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Stuff White People Like”, de Christian Lander, publicado pela editora Random House Trade Paperbacks, em 2008 e com 211 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Random House Trade Paperbacks
Páginas: 211
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 0812979915
ISBN13: 9780812979916
Sobre a editora
Os livros da editora Random House Trade Paperbacks costumam oferecer narrativas densas e envolventes, que transitam entre o suspense psicológico, a história reimaginada e o ensaio reflexivo. O catálogo traz desde thrillers que exploram perseguições implacáveis e mistérios criminais até biografias e relatos históricos que iluminam personagens e eventos marcantes com detalhes minuciosos. A linguagem varia do tom tenso e urgente ao didático e analítico, com obras que também investigam processos mentais e sociais, como o aprendizado e a moralidade. Há ainda espaço para ficções que mesclam aventura e especulação filosófica, além de narrativas que exploram relações humanas complexas em contextos contemporâneos ou históricos.
