
Título: Súbitos Encantos para São Pedra e Espanto
Autor: Hamilton Faria
Sinopse: "...Súbitos encantos para São Pedra e espanto merece uma apreciação cuidadosa, sendo uma feliz convergência de linguagens diversas, unidas harmoniosamente para apresentar uma singular leitura de São Paulo, poeticamente chamada de São Pedra. Quem, como Hamilton e Lenna, está empenhado em consertar o mundo, talvez só consiga forças para presenciar o sofrimento da humanidade porque tem um olho para um sentido oculto e invisível, escondido até mesmo na dureza das relações sociais, da violência e das construções tecnológicas. É o que contém esses poemas sobre São Paulo, uma das mais assustadoras e cruéis entre as cidades. As belas fotos de Lenna Beauty têm a mesma qualidade e percepções dos poemas de Hamilton. Fotos de lugares, monumentos, gente, situações que comprovam o olhar atento da fotógrafa, fixando o que passa despercebido à maioria dos habitantes de uma metrópole descomunal..."Betty Mindlin
Contexto da obra
Na Fotografia, obras como esta costumam interessar tanto pela imagem quanto pelo olhar que organizam sobre ela. “Súbitos Encantos para São Pedra e Espanto”, de Hamilton Faria, publicado pela editora Escrituras, em 2000 e com 125 páginas, integra a categoria Livros de Fotografia. Por isso, o interesse do livro pode crescer quando o leitor observa também a forma como as imagens organizam sentido.
Editora: Escrituras
Páginas: 125
Ano: 2000
Edição: 1
Linguagem: pt-br
ISBN: 9788586303647
ISBN13: 9788586303647
Sobre a editora
Os livros da editora Escrituras convidam o leitor a percorrer caminhos que mesclam investigação acadêmica, poesia e narrativas que exploram a memória e a cultura. O catálogo revela uma atenção especial a temas ligados à história social, biografias e reflexões filosóficas, com obras que trazem desde relatos documentais até poesia contemporânea. A experiência de leitura varia entre textos densos e didáticos, como os que abordam educação e design, e outros mais líricos e imagéticos, como os de poesia e arte visual. Essa diversidade sugere um equilíbrio entre obras mais narrativas e outras com tom reflexivo ou ensaístico, contemplando públicos que buscam tanto aprofundamento quanto sensibilidade estética.
