
Título: Subjetividade, Filosofia e Cultura
Autor: Lima
Sinopse: "Este livro pretende mais do que uma revisão da filosofia moderna. Ao contrário, o que ele pretende é mostrar como sobrevive a básica questão da subjetividade à medida que foi experimentada e reelaborada por diversos pensadores do século XIX e XX. Quer, portanto, mostrar como a questão moderna tornou-se problema contemporâneo. Vai além disso, no entanto, quando sinaliza o lugar da destruição da própria subjetividade em vários de seus textos e nos põe a pensar o que a subjetividade tem a ver conosco, com os meros "alguéns" e "ninguéns" que transitamos por aí sem saber de onde viemos e para onde estamos indo. Este livro trata, portanto, de um perigo que, infelizmente, não é um problema teórico, mas, eminentemente prático. O perigo da eliminação do sujeito e assim daquilo que constitui o que compreendemos junto da tradição filosófica por "humano". Quer enfrentar este perigo com a luz do pensamento, este archote que é preciso manter aceso em tempos sombrios". (Marcia Tiburi)
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “Subjetividade, Filosofia e Cultura”, de Lima, publicado pela editora LiberArs, em 2011 e com 248 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: LiberArs
Páginas: 248
Ano: 2011
Edição: Filosofia
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8564783002
ISBN13: 9788564783003
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,350
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 15,00
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora LiberArs convidam o leitor a um mergulho em reflexões profundas sobre filosofia, direito, literatura e história, com uma linguagem que varia entre o rigor acadêmico e a oralidade dialógica. O catálogo privilegia obras que exploram questões existenciais, sociais e políticas, muitas vezes a partir de análises críticas de sistemas filosóficos e jurídicos, ou de trajetórias literárias marcadas por décadas de produção. O tom pode ser denso e analítico, mas também acessível, com textos que estimulam o pensamento e a meditação, sem abrir mão do rigor. Há uma atenção especial a temas como a crítica da razão, as controvérsias sociais em torno do direito, e a construção da identidade cultural em contextos históricos variados.
