
Título: Suffragettes to She-Devils: Women's Liberation and Beyond
Autor: Liz McQuiston
Sinopse: The fight for women's rights has been one of the great struggles of the last century, and its graphic expression has been central to this battle. Suffragettes to She-Devils captures the excitement of revolutionary campaigns and movements, from the vibrant visual identity of the militant Suffragettes, through the humour and sniping of the cartoons of 1960s Women's Lib, to the virtual-reality explorations of end-of-the-century cyberfeminists. It explores the developing role of graphics and related media in the struggle for women's liberation. This book covers a wide and international range of issues including women and war work; 1950's consumerism; women's rights in the workplace; gay rights and gay pride; and questions of identity, race, violence, health and welfare. An enormous variety of posters, billboards, publications, logos, artworks and computer graphics are illustrated, reflecting the ways in which women of all ages and cultures have created avenues for communication and fostered social change through graphic design.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Suffragettes to She-Devils: Women’s Liberation and Beyond”, de Liz McQuiston, publicado pela editora Phaidon, em 1997 e com 240 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Phaidon
Páginas: 240
Ano: 1997
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 0714836192
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Phaidon trazem uma experiência de leitura que combina rigor visual e intelectual, com foco em arte, arquitetura e cultura contemporânea. O catálogo revela um interesse por narrativas que exploram tanto a dimensão histórica quanto a contemporânea, com obras que vão do estudo aprofundado de mestres clássicos até a documentação vibrante de expressões culturais urbanas e moda de rua. A linguagem tende a ser acessível, mas com densidade suficiente para leitores que buscam um olhar crítico e detalhado, seja na análise de obras plásticas ou na compreensão de processos sociais e urbanos. O tom varia entre o informativo e o ensaístico, com ritmo que pode ser mais contemplativo em biografias e estudos de artistas, ou mais dinâmico em relatos sobre cidades e movimentos culturais.
