
Título: Sujeito e Identidade em Nietzsche
Autor: Regina Maria Lopes van Balen
Sinopse: Ensaio filosófico que apresenta o pensamento de Nietzsche nos dias atuais, desmontando verdades indubitáveis. Regina discute a questão do sujeito e da identidade a partir de sua experiência de imigrante que vive simultaneamente, entre duas culturas e duas línguas. Com olhar investigador chega a uma dimensão crítica, revelando a profundidade da pesquisa mediante diferentes interpretações dos conceitos nietzscheanos à luz de filósofos atuais, como Heidegger, Michel Haar, Deleuze, Levinas, Vattimo. A linguagem do texto é tão clara, que torna Nietzsche um autor acessível, mesmo ao leitor que não conhece sua linha de pensamento, assim como agrada aos seus fiéis estudiosos pelo modo rigoroso e simples de tratar temas tão controvertidos.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Sujeito e Identidade em Nietzsche”, de Regina Maria Lopes van Balen, publicado pela editora Uapê, em 2003 e com 96 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Uapê
Páginas: 96
Ano: 2003
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8585666315
ISBN13: 9788585666316
Sobre a editora
Os livros da editora UAPÊ costumam explorar temas que transitam entre a reflexão filosófica, o olhar estético e a expressão poética, muitas vezes com um tom contemplativo e didático. A experiência de leitura frequentemente envolve um convite à meditação sobre a existência, a arte e o cotidiano, com textos que vão do ensaio acadêmico à poesia sensorial. O catálogo sugere uma atenção especial à linguagem acessível em obras práticas, como as que orientam o cultivo e o cuidado com plantas, contrastando com materiais mais densos e teóricos que discutem filosofia, estética e psicologia. Há também um interesse por processos criativos, seja na análise da arte infantil ou na poesia que convida o leitor a interagir fisicamente com o livro. Em geral, o ritmo das obras varia do mais reflexivo e lento ao mais instrutivo e direto, atendendo a leitores que buscam tanto aprofundamento intelectual quanto práticas cotidianas.
