
Título: Super-Homem e o Romantismo de Aço
Autor: Rogério de Campos
Sinopse: Em 2018, o Super-Homem completa 80 anos de um inequívoco e espantoso sucesso comercial. Astro de revistas em quadrinhos, filmes, séries de TV e de uma lista infindável de produtos derivados, o Homem de Aço atravessou décadas combatendo o crime com sua força incomum e seu arsenal de superpoderes. Mas o que há por trás desta bem sucedida trajetória? O que o renovado fascínio pelos justiceiros uniformizados das HQs tem a dizer sobre o nosso Zeitgeist? Em busca de respostas para essas e outras perguntas, Rogério de Campos lança um olhar tão minucioso quanto provocativo e irreverente sobre as últimas oito décadas da Cultura Pop. Sobre o autor: Idealizador da revista Animal, que trouxe a vanguarda dos quadrinhos europeus ao Brasil na década de 1980, Rogério de Campos foi diretor editorial da Conrad e, agora, é diretor editorial da Veneta. Recebeu diversos prêmios como editor, escritor e ensaísta. É autor do romance Revanchismo (Amok, 2009), de O Livro dos Santos (Veneta, 2012) e de Imageria (Veneta, 2015). É também coautor, com Maurício Tagliari, do Dicionário do Vinho (Companhia Editora Nacional, 2010), ganhador de um prêmio Jabuti. Fonte: https://www.ugrapress.com.br/nossos-lancamentos/super-homem-e-o-romantismo-de-aco/
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Super-Homem e o Romantismo de Aço”, de Rogério de Campos, publicado pela editora Ugra Press, em 2018 e com 60 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Ugra Press
Páginas: 60
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Ugra Press trazem uma experiência de leitura marcada pela irreverência e pela diversidade de vozes autorais no campo dos quadrinhos independentes. O catálogo privilegia narrativas que transitam entre o transgressor e o poético, com histórias que exploram tanto o urbano sujo e caótico quanto o íntimo e introspectivo. A linguagem visual varia do traço cru e dissonante a composições mais elaboradas, sempre com uma forte carga de autenticidade e crítica social. Há obras que desafiam tabus e outras que se aprofundam em sentimentos humanos complexos, muitas vezes com um humor ácido ou uma ironia fina. O ritmo das histórias pode ser tanto intenso e provocativo quanto contemplativo e sensível, refletindo a pluralidade editorial da Ugra Press.
