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Super-Homem e seus amigos do peito

Título: Super-Homem e seus amigos do peito

Autor: Ariel Dorfman, Manuel Jofre

Sinopse: “A ideologia burguesa tem como função objetiva inverter a realidade. Nega a existência de classes sociais, definindo os homens como um todo coerente e unido, por exemplo. Ou, em outro momento histórico, não se preocupa em negar as classes sociais, as quais aceita, senão que nega a luta de classes e propõe, em toca, a possibilidade de ascensão social para alguns (arrivismo). Também pode propor soluções universais pra os conflitos: o amor (assexuado, evidentemente). O papel da ideologia é eliminar as contradições que os homens e o sistema social capitalista possuem. Nega ou deforma o fato histórico de que existem países desenvolvidos e subdesenvolvidos (fixando o espaço das histórias em quadrinhos numa terra de ninguém, como, por exemplos, nos casos do oeste, da selva ou da Gotham City de Batman), nega a existência da burguesia e do proletariado (colocando o rico como paternalista e o pobre como delinquente, vivendo em harmonia), nega a transformação social (propondo um mundo circular onde sempre triunfam os super-heróis, seja Batman, Tarzan ou Zorro), nega a propriedade privada dos meios …"

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Super-Homem e seus amigos do peito”, de Ariel Dorfman, Manuel Jofre, publicado pela editora Paz e Terra, em 1978 e com 172 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Paz e Terra

Páginas: 172

Ano: 1978

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre a editora

    Os livros da editora Paz e Terra costumam apresentar obras que exploram temas históricos, políticos e sociais com profundidade analítica e rigor documental. A experiência de leitura é marcada por textos que dialogam com a formação cultural e política, abordando desde revoluções e conflitos mundiais até reflexões sobre identidade nacional e processos educacionais. O tom varia entre o ensaístico e o narrativo, com obras que vão do relato histórico detalhado a análises críticas sobre democracia, economia e cultura. O catálogo sugere uma preocupação em conectar passado e presente, com um ritmo que privilegia o pensamento crítico e o entendimento dos processos sociais complexos.

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