
Título: Sweet Talk (Buchanan-Renard #10)
Autor: Julie Garwood
Sinopse: Attorney and IRS agent Olivia Mackenzie is the kind of tough, wise-cracking, powerful woman fans expect from a Garwood protagonist—but this time she has outdone herself. Olivia is not just any woman, she is every woman; flawed in the familiar ways so many of us are. On the trail of an elaborate Ponzi scheme, one that threatens to ruin the lives of naïve and unsuspecting victims, Olivia suddenly finds her own life is in danger after she asks questions of the wrong people. She is accustomed to fighting for the underdog, but being vulnerable herself is a very different story. Smart enough to know when enough is enough, Olivia calls for reinforcements. When she meets FBI Agent Grayson Kincaid there is an immediate and obvious attraction, palpable on both sides. Together they make an excellent team to fight corruption but Olivia is also fighting the immediate and intense attraction she feels for Agent Kincaid, and that may be a battle she is bound to lose.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Sweet Talk (Buchanan-Renard #10)”, de Julie Garwood, publicado pela editora Penguin, em 2012 e com 282 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Penguin
Páginas: 282
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9781101590898
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin oferecem uma experiência de leitura que mescla narrativas envolventes e textos densos, com temas que transitam entre suspense, filosofia, história e literatura clássica. O catálogo apresenta desde thrillers contemporâneos com tramas policiais e conspirações até reflexões existenciais e guias práticos, como manuais de sobrevivência e técnicas culinárias. Essa diversidade sugere um equilíbrio entre histórias narrativas e obras mais informativas ou ensaísticas, com um tom que pode variar do tenso e misterioso ao didático e contemplativo. A linguagem frequentemente privilegia personagens complexos e conflitos profundos, enquanto o ritmo pode oscilar entre o acelerado das tramas de suspense e o mais pausado das obras clássicas e filosóficas.
