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TAMBÉM GUARDAMOS PEDRAS AQUI

Título: TAMBÉM GUARDAMOS PEDRAS AQUI

Autor: Luiza Romão

Sinopse: Vencedor do Prêmio Jabuti de Livro do Ano em 2022 Vencedor do Prêmio Jabuti de Melhor Livro de Poesia de 2022 Semifinalista do Prêmio Oceanos de 2022 As pedras de Luiza Romão têm a ver menos com as pedras no bolso de Virginia Woolf, e mais a ver com as pedras jogadas pelos palestinos em Sheikh Jarrah: um ato ao mesmo concreto e simbólico, de autodefesa e resistência ao neocolonialismo. As pedras de Luiza têm mais a ver com a pedra de Drummond, a de João Cabral, a pedra das canções de protesto do Clã Nordestino, de Nina Simone, de Pete Seeger, de Barbara Dane e de Selda Bagcan. Com “também guardamos pedras aqui”, Luiza Romão consegue inserir momentos de afago e restauro existencial, sem perder uma perspectiva crítica. Isso, em 2021, é tudo que a gente quer: se - guir nos aperfeiçoando, nos aprimorando, como seres humanos e sujeitos políticos, e ao mesmo tempo sentir um pouco de prazer, um pouco de alívio, que carreguem nossas de baterias, para que possamos voltar à realidade, prontas para a luta. Um livro para ir redescobrindo, à medida que o ele passa. Não tenho a menor dúvida disso.

Contexto da obra

Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “TAMBÉM GUARDAMOS PEDRAS AQUI”, de Luiza Romão, publicado pela editora Editora Nós, em 2021 e com 64 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.

Editora: Editora Nós

Páginas: 64

Ano: 2021

Edição: 1

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 6586135354

ISBN13: 9786586135350

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,150
  • Altura (cm): 19,00
  • Largura (cm): 11,00
  • Espessura (cm): 0,50

Sobre a editora

Os livros da editora Editora Nós convidam o leitor a um mergulho em universos literários que transitam entre o coloquial e o experimental, o íntimo e o social. A oralidade periférica, a poesia que dialoga com o concreto e o manifesto, e narrativas que exploram a subjetividade em múltiplas vozes são marcas recorrentes. O catálogo revela uma atenção especial a temas como a resistência cultural, o feminismo crítico, e a complexidade das relações humanas em contextos contemporâneos, muitas vezes tensionados por violência, exclusão ou memória. A escrita varia do tom visceral e urgente ao lírico e sensorial, com ritmo que pode ser tanto vertiginoso quanto meditativo, dependendo da obra. Em alguns casos, há uma aposta clara na experimentação formal, seja pela fragmentação narrativa ou pelo uso de grafismos e diálogos internos.

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