
Título: Tarareba: Contos de Passado e Futuro
Autor: Kyo Hatsuki/Naizo Kudara
Sinopse: Quem nunca desejou voltar no tempo? Fosse para reviver algum momento especial ou consertar algum erro que cometeu e assim mudar o futuro. Em Tarareba - Contos de Passado e Futuro isso é possível graças a duas simpáticas deusas. A divertida Rinka e a séria Hiten estão sempre dispostas a dar uma nova chance para quem precise - e queira. Porém, há um alto preço a ser pago: a segunda coisa mais importante para cada um que as procura. Isso significa que, para realizar seu desejo, a pessoa pode até perder a vida. Por outro lado, cabe a cada um a responsabilidade de mudar seu destino da forma mais correta quando voltar no tempo. Ou as consequências podem ser muito sérias. Tarareba é dividido em cinco capítulos fechados, cada um contando um caso de pessoas que desejaram voltar ao passado e foram atendidas pelas deusas Hiten e Rinka. O título é criação da mangaká Kyo Hatsuki, a mesma autora de Love Junkies e Inu-Neko.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Tarareba: Contos de Passado e Futuro”, de Kyo Hatsuki/Naizo Kudara, publicado pela editora Nova Sampa, em 2011 e com 176 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Nova Sampa
Páginas: 176
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 7780165299
ISBN13: 7897780165295
Sobre a editora
Os livros da editora Nova Sampa costumam explorar narrativas intensas, muitas vezes centradas em conflitos psicológicos e mistérios pessoais que se desenrolam em ambientes urbanos ou históricos. A experiência de leitura frequentemente envolve personagens complexos, como indivíduos presos a passados traumáticos ou jovens que enfrentam dilemas existenciais em mundos reais ou alternativos. O catálogo revela uma preferência por histórias que combinam ação e suspense com toques de fantasia ou ficção científica, especialmente em formatos como mangás e HQs. O tom varia entre o dramático e o sombrio, com ritmo que pode ser tanto acelerado em tramas de vingança quanto mais contemplativo em relatos de descoberta pessoal. A diversidade aparece na alternância entre narrativas mais narrativas e outras que adotam um estilo mais visual e dinâmico, típico dos quadrinhos.
