
Título: Tarô Diário de uma Bruxa
Autor: Blake Deborah
Sinopse: Um tarô divertido, prático, fácil de manusear feito para todas as bruxas. A autora Deborah Blake traz um pouco do seu jeito amigável para uma experiência totalmente focada no positivismo. Baseado no tradicional formato Rider-Waite, porém, atualizado para as bruxas modernas com charmosas imagens atreladas a explicações simples para quem deseja aprender ou praticar o tarô. Este tarô tem um ar descolado ao mesmo tempo em que mantém sua função de fornecer respostas para pensamentos e dúvidas. Inclui um deck de 78 cartas com artes excepcionais e um livro completo para auxiliá-lo nessa divertida jornada.
Contexto da obra
Na área de Religião, livros como este costumam ser lidos em diálogo com tradição, formação e reflexão. “Tarô Diário de uma Bruxa”, de Blake Deborah, publicado pela editora Editora Isis, em 2020 e com 254 páginas, integra a categoria Livros de Religião. Esse contexto costuma tornar mais claro o lugar do livro dentro de leituras religiosas mais amplas.
Editora: Editora Isis
Páginas: 254
Ano: 2020
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6557930052
ISBN13: 9786557930052
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,600
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Isis apresentam uma forte inclinação para temas de espiritualidade, autoconhecimento e práticas esotéricas, com abordagens que vão do Reiki e Kabbala à leitura de oráculos e terapias holísticas. A experiência de leitura costuma ser densa, com textos que exploram rituais, energias sutis e tradições antigas, muitas vezes com um tom didático e prático, oferecendo técnicas e exercícios para o leitor aplicar. Também há espaço para narrativas ficcionais que mesclam aventura e mistério, como histórias ambientadas na Amazônia com elementos pré-históricos e conflitos intensos. Além disso, o catálogo inclui obras voltadas para o público infantil e familiar, com temas educativos sobre meio ambiente e saúde, e outros que tratam de temas mais cotidianos, como a escolha do nome e questões emocionais. Essa diversidade sugere um equilíbrio entre obras mais narrativas e outras mais informativas, sempre com uma preocupação em provocar reflexão e transformação pessoal.
