
Título: Tarzan: No Centro da Terra: Volume 2
Autor: Christophe Bec
Sinopse: “Então era verdade. Não era uma lenda… A Terra realmente era oca e abrigava em suas entranhas um mundo selvagem e habitado, parecido com o nosso há milhões de anos. Pellucidar era o seu nome.”. No comando de uma expedição incrível, com o objetivo de socorrer seus amigos exploradores, Tarzan vai penetrar no centro da Terra e enfrentar os piores perigos. “Um lado de Júlio Verne emerge numa fantasia anacrônica: monstros pré-históricos, cidade perdida, tribo africana, dirigível e vikings num ritmo alucinante. Apesar desses elementos díspares, os autores oferecem uma magistral homenagem em harmonia com o espírito pulp original de Tarzan.” bdgest.com
Contexto da obra
Nos mangás, HQs e quadrinhos, o contexto do livro costuma nascer do encontro entre imagem, ritmo e narrativa. “Tarzan: No Centro da Terra: Volume 2”, de Christophe Bec, publicado pela editora Alta Geek, em 2024 e com 80 páginas, integra a categoria Mangás, Hqs e Quadrinhos. Na prática, isso ajuda a perceber melhor o papel da linguagem visual na experiência do livro.
Editora: Alta Geek
Páginas: 80
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8550823163
ISBN13: 9788550823164
Sobre a editora
Os livros da editora ALTA GEEK costumam mergulhar o leitor em universos densos e atmosféricos, onde o suspense policial e a ficção científica se entrelaçam com narrativas visuais impactantes. O catálogo revela uma predileção por histórias que exploram conspirações, investigações e dilemas morais em cenários urbanos ou futuristas, como Los Angeles em 2009 ou habitats espaciais claustrofóbicos. Os textos frequentemente apresentam protagonistas complexos, desde detetives e agentes do governo até figuras em busca de vingança, em tramas que oscilam entre o noir e o apocalíptico. Há também espaço para aventuras de ação acelerada e para o horror sobrenatural, com ambientações que vão do Velho Oeste mitológico a famílias caçadoras de monstros no Harlem dos anos 1920. O ritmo varia entre o tenso e o eletrizante, com uma linguagem que privilegia o impacto visual e a construção de atmosferas envolventes.
