
Título: Televisão Entre o Mercado e a Academia
Autor: Castro De
Sinopse: A televisão é um grande mercado de oferta de discursos à sociedade. Por isso, a grande questão no ar neste livro é exatamente a seguinte: podem-se analisar os sentidos e a significação dos produtos televisuais independentemente dos processos comunicativos que os instauram, isto é, independentemente de suas condições de produção e recepção? Como todos acreditam que não, o que justifica, então, o enorme distanciamento existente entre quem produz televisão e pesquisadores, que dedicam parte importante de suas vidas à análise dos sentidos e das formas de expressão desses produtos, daí se busca uma interação que aproxime o mercado da academia, uma análise mais aprofundada dos produtos televisuais, como também porque os resultados dessas análises e interpretações poderão retornar ao mercado e serem aproveitados pelos profissionais que fazem tevê.Confira a fanpage da Editora Sulina
Contexto da obra
Na área de Linguística e Comunicação, livros como este costumam interessar por linguagem, discurso e mediação. “Televisão Entre o Mercado e a Academia”, de Castro De, publicado pela editora Sulina, em 2006 e com 311 páginas, integra a categoria Livros de Linguística e Comunicação. Na prática, isso ajuda a entender melhor o lugar do livro entre linguagem, análise e formas de comunicação.
Editora: Sulina
Páginas: 311
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8520504272
ISBN13: 9788520504277
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,380
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,90
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora SULINA revela um compromisso com obras que exploram temas acadêmicos e culturais com profundidade e rigor, sem abrir mão de acessibilidade para públicos diversos. O catálogo privilegia textos que dialogam com áreas como educação, sociologia, filosofia, comunicação e artes, apresentando reflexões que transitam entre o rigor teórico e a aplicação prática, como em análises sobre música na educação, redes de pesquisa, ou a interface entre literatura e clínica filosófica. A narrativa costuma ser densa, com ritmo que varia entre o ensaístico e o didático, e o tom, em geral, é reflexivo, crítico e aberto a múltiplas interpretações. Há obras que adotam linguagem mais experimental e outras que privilegiam a clareza para facilitar o acesso a temas complexos, indicando uma diversidade editorial que atende tanto leitores acadêmicos quanto interessados em cultura e pensamento contemporâneo.
