
Título: Television Culture
Autor: John Fiske
Sinopse: This revised edition of a now classic text includes a new introduction by Henry Jenkins, explaining ‘Why Fiske Still Matters’ for today’s students, followed by a discussion between former Fiske students Ron Becker, Aniko Bodroghkozy, Steve Classen, Elana Levine, Jason Mittell, Greg Smith and Pam Wilson on ‘John Fiske and Television Culture’. Both underline the continuing relevance of this foundational text in the study of contemporary media and popular culture. Television is unique in its ability to produce so much pleasure and so many meanings for such a wide variety of people. In this book, John Fiske looks at television’s role as an agent of popular culture, and goes on to consider the relationship between this cultural dimension and television’s status as a commodity of the cultural industries that are deeply inscribed with capitalism. He makes use of detailed textual analysis and audience studies to show how television is absorbed into social experience, and thus made into popular culture. Audiences, Fiske argues, are productive, discriminating, and televisually literate. Television Culture provides a comprehensive introduction for students to an integral topic on all communication and media studies courses.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Television Culture”, de John Fiske, publicado pela editora Routledge, em 2013 e com 424 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Routledge
Páginas: 424
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 0415596467
ISBN13: 9780415596466
Sobre a editora
Os livros da editora Routledge costumam oferecer leituras densas e fundamentadas, que transitam entre análises sociais, históricas e filosóficas com rigor acadêmico. O catálogo apresenta obras que exploram temas complexos como dinâmicas culturais, teorias sociais, políticas públicas, estudos de gênero, filosofia da arte e mediações culturais, frequentemente com um tom analítico e interdisciplinar. As narrativas são mais informativas e reflexivas do que ficcionais, com textos que demandam atenção ao desenvolvimento de argumentos e conceitos, e que dialogam com debates contemporâneos em várias áreas do conhecimento. Há, portanto, uma predominância de obras que privilegiam o aprofundamento teórico e a contextualização histórica, com linguagem clara, porém densa, adequada a leitores interessados em estudos acadêmicos e profissionais.
