
Título: Tempo Da Farinha, O
Autor: Martins Celso
Sinopse: A obra tem como base entrevistas gravadas com Aflides Marques de Andrade, Antônio Gonçalves, José Roberto (Beto) Andrade, Cássio de Andrade, Célio Hercílio Marciano, Ivo Cordeiro, Judite Gonçalves, Lourival Machado Pereira, Luci Vicentina Gaia, Hercílio Pedro Marciano, Hilda Marques da Cunha, Manoel Ereno Quirino (Mané Ireno), Manoel da Rosa, Maria da Glória Viana Soares (Glorinha), Matilde Marques, Neri Agenor de Andrade, Orlando dos Santos, Romeu de Lima, Rosinha dos Santos Cruz, Timótio Ferreira Filho (Timotinho), Valdete Jesus de Lima e Zenaide de Andrade Souza. Segue trecho inicial da Introdução do livro: Os engenhos de farinha ocupavam um lugar central na vida dos moradores de Santo Antônio de Lisboa, Sambaqui, Barra do Sambaqui e Cacupé, assim como em outras localidades da Ilha e do litoral catarinense.1 Era a fonte de alimento, um pouco de renda e também de lazer, exigindo destas pessoas a manutenção das estruturas, o plantio, colheita e transporte de diferentes tipos de mandiocas, seu processamento visando obter a farinha, o armazenamento, escambo e comércio. O tempo era o tempo rural dos ciclos dos plantios, mesclado com as principais datas religiosas, onde o relógio não fazia falta. O tempo das luas, das marés e dos ventos, tanto na lavoura como na pesca.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Tempo Da Farinha, O”, de Martins Celso, publicado pela editora Insular, em 2014 e com 64 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: Insular
Páginas: 64
Ano: 2014
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 857474817X
ISBN13: 9788574748177
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,100
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 15,00
- Espessura (cm): 0,40
Sobre a editora
Os livros da editora Insular convidam o leitor a uma imersão que varia do rigor acadêmico à narrativa ficcional, com um foco recorrente em temas sociais, educacionais e culturais. A experiência de leitura pode ser densa e reflexiva, marcada por abordagens que vão desde análises detalhadas do cotidiano universitário até relatos que exploram emoções humanas profundas e conflitos pessoais. O catálogo sugere uma preferência por obras que dialogam com a realidade brasileira, seja por meio da sociologia, da educação, do jornalismo ou da literatura regional, muitas vezes com um tom crítico e investigativo. Há uma alternância entre textos mais informativos, como estudos sobre políticas públicas e direitos humanos, e narrativas que exploram a complexidade das relações humanas, com ritmo que ora é contemplativo, ora intenso e envolvente.
