
Título: Tempo de Aprendiz
Autor: Gilberto Freyre
Sinopse: Na apresentação desta obra, Geneton Moraes Neto escreve: Caro leitor, trate este volume com cuidado. Porque os artigos desse livro foram escritos por um gênio autoproclamado quando ele ainda era um jovem em seus verdes anos. Tempo de aprendiz, agora em nova edição, traz os artigos que o jovem Gilberto Freyre publicou nas páginas do Diário de Pernambuco – o mais antigo jornal em circulação na América Latina – entre os 18 e os 26 anos de idade, período em que esteve nos Estados Unidos. Os primeiros artigos, portanto, foram publicados há quase um século! Ali, já gestava o estilista que, poucos anos depois, no início da década de 1930, ofereceria ao Brasil, em Casa-Grande & Senzala, um tratado sociológico escrito em linguagem literária e se tornaria um dos mais importantes antropólogos do século XX. Os artigos apresentados em Tempo de aprendiz, que revela as experiências de Gilberto Freyre e suas opiniões acerca do modo de vida norte-americano, foram aqui publicados sem correção, tal como estão nas colunas do Diário.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Tempo de Aprendiz”, de Gilberto Freyre, publicado pela editora Global Editora, em 2013 e com 760 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Global Editora
Páginas: 760
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526019236
ISBN13: 9788526019232
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 1,330
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 4,00
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
