
Título: Tempo de crise
Autor: Michel Serres
Sinopse: A mais recente crise capitalista ocorreu devido à crescente discrepância entre as grandes transformações sociais e as instituições que permanecem inalteradas desde a Segunda Guerra Mundial. Michel Serres, um dos primeiros a trazer a natureza para o campo político, escreve: “Destruir, matar, explorar não valem mais. Coisas que significam, no fim das contas, destruir-nos.” Em uma época em que a população mundial cresceu de forma a esgotar os recursos naturais e o meio ambiente, é necessário repensar dinâmicas culturais, sociais e políticas. Serres argumenta que geopolítica e economia não serão mais encenadas por dois atores — Ocidente e Oriente, por exemplo —, mas por três: a Terra será o terceiro. Este é um livro de esperança, que clama por um novo mundo e ressalta a importância da ciência para o nosso futuro e instituições políticas. Em Tempo de crise, Serres exibe um panorama otimista numa linguagem clara e brilhante que propõe novos caminhos para reflexão e, no fim das contas, uma vida melhor para a Terra e seus habitantes.
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “Tempo de crise”, de Michel Serres, publicado pela editora Bertrand Brasil, em 2016 e com 96 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: Bertrand Brasil
Páginas: 96
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8528621537
ISBN13: 9788528621532
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,130
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,80
Sobre a editora
Os livros da editora BERTRAND BRASIL apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas intensas e reflexões aprofundadas, transitando entre o romance histórico, o thriller psicológico e o ensaio crítico. O catálogo sugere um interesse por personagens complexos, como jovens mulheres em processos de autodescoberta, figuras históricas envoltas em conflitos políticos e sociais, além de histórias urbanas marcadas por tensões cotidianas. A linguagem varia do poético ao direto, com textos que exploram tanto o drama íntimo quanto o panorama amplo de questões sociais e culturais.
