
Título: Tempo de ensaio
Autor: Laymert Garcia dos Santos
Sinopse: O que têm em comum uma entrevista com o dramaturgo Heiner Müller, vivendo na dividida Berlim, os apontamentos de Elias Canetti sobre o advento da era nuclear, a tentativa de captar a pressão inominável da cidade de São Paulo com a graça de um poema de bashô, a corporificação temporal dos dançarinos de Butoh ou o imbricamento de sagrado e tecnologia em nossos dias? Em linguagem viva e cortante, Laymert Garcia dos Santos escreveu doze ensaios pautados por uma escuta sensibilíssima do Tempo e aguçados por uma reflexão profunda acerca da necessidade da ação transformadora num mundo que beira a "morte em vida".
Contexto da obra
Na História, livros como este costumam ser lidos como forma de ampliar contexto, memória e compreensão de processos. “Tempo de ensaio”, de Laymert Garcia dos Santos, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1989 e com 168 páginas, integra a categoria Livros de História. Esse contexto ajuda a tornar mais clara a proposta histórica da obra e o tipo de leitura que ela convida a fazer.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 168
Ano: 1989
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8571640491
ISBN13: 9788571640498
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,205
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,90
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
