
Título: Tempo de Espalhar Pedras
Autor: ESTEVAO AZEVEDO
Sinopse: Devoto de qualquer entidade que confirme sua predestinação, Silvério crê que irá encontrar a grande pedra, mesmo quando até as pequenas rarearam. Rodrigo, um dos filhos de Diogo, sente um desejo irresistível por Ximena, filha do maior desafeto de seu pai. Outro filho de Diogo, Joca, diz ter matado nos gerais o famigerado Rosário, e mantém uma amizade com um homem de vida pródiga e sem lastro que a justifique. Sancho, que largou o garimpo para servir ao coronel, vive amancebado com a índia que dorme em seu terreno e que só emite palavras incompreensíveis. Nas muitas serras ao redor do vilarejo, quando já não há solo que não tenha sido maculado por explosões e picaretas, os homens têm a fatal percepção: as únicas superfícies ainda intocadas e que podem esconder pedras preciosas são aquelas em que suas próprias casas estão erguidas. É nessa essa moldura que as diversas tramas do romance estão inseridas: a do vilarejo paulatinamente destruído por homens que, tomados pelo desespero e pela cobiça, buscam sob vielas e praças, sob salas, quartos, cozinhas e quintais suas últimas esperanças de sobrevivência ou fortuna
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Tempo de Espalhar Pedras”, de ESTEVAO AZEVEDO, publicado pela editora COSAC NAIFY, em 2014 e com 288 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: COSAC NAIFY
Páginas: 288
Ano: 2014
Edição: Literatura Brasileira
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8540507595
ISBN13: 9788540507593
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,400
- Altura (cm): 19,00
- Largura (cm): 13,00
- Espessura (cm): 1,60
Sobre a editora
Os livros da editora Cosac Naify costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor documental e narrativa cuidadosa, frequentemente explorando a história da arte, literatura e cultura com profundidade. O catálogo revela uma predileção por textos que dialogam com o passado, seja por meio de biografias detalhadas, ensaios críticos ou clássicos literários revisitados. A linguagem tende a ser clara e precisa, com ritmo que pode variar do ensaístico ao narrativo, mantendo sempre um tom reflexivo e, por vezes, poético. Há uma atenção especial à fidelidade das traduções e à qualidade das ilustrações, que enriquecem a leitura e ajudam a construir atmosferas específicas. A diversidade do catálogo permite tanto uma imersão em temas acadêmicos quanto em histórias literárias que abordam conflitos sociais e humanos em diferentes épocas.
