
Título: Tempo: o que a filosofia tem a dizer
Autor: Rafael Rodrigues Barbosa
Sinopse: Derivado do Latim Tempus, é entendido como a sucessão dos anos, dias, horas e etc. Por mais mínimo que seja o entendimento sobre o tempo, qualquer um pode afirmar que sabe o que é o agora, o ontem, o amanhã, como também o antes, o durante, o depois etc. Em termos de sucessão não há nada de conflitante na descrição das etapas do tempo, como um impessoal enquadramento quantitativo dos intervalos entre os eventos, ele não vai muito além de linearidade e cronologia. A relação dialética entre os tempos: Passado, presente e futuro, configuram familiarmente o nosso nexo com o todo temporal. Mas ao tratarmos do tempo pela experiência dele em si, percebemos que alguns paradoxos ontológicos próprios dele surgirão. O tempo configura um problema que deve ser tratado com muita cautela para não se cair em um puro absurdo. Ele, quando visto por uma ótica analítica, mostra-se com um teor de dificuldade bem relevante à sua compreensão. Uma dificuldade fenomênica. Apesar de só experimentarmos o presente como realidade, o passado viver somente na memória, e o futuro ser uma expectativa, o tempo é o único horizonte que temos.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Tempo: o que a filosofia tem a dizer”, de Rafael Rodrigues Barbosa, publicado pela editora Garcia Edizioni, em 2016 e com 94 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Garcia Edizioni
Páginas: 94
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788555121142
Sobre a editora
Os livros da editora Garcia Edizioni trazem narrativas que transitam entre o espiritual, o social e o pessoal, frequentemente explorando temas de fé, superação e reflexão existencial. Muitas obras abordam conflitos internos e dilemas humanos, como o perdão, o arrependimento e a busca por sentido, situando o leitor em um clima de introspecção e questionamento. O catálogo também inclui relatos de vida e experiências reais, com um tom que varia do didático ao emotivo, e textos que dialogam com públicos específicos, como líderes religiosos ou crianças. A diversidade dos temas sugere uma linha editorial que privilegia o diálogo entre a dimensão humana e espiritual, com um ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto narrativo.
