
Título: Tempos Hipermodernos, Os
Autor: Charles Sébastien
Sinopse: Esta obra compõe-se de três partes: na primeira, o filósofo Sébastien Charles apresenta uma introdução ao pensamento de Lipovetsky; a segunda, trata da sociedade hipermoderna; e na última parte, Charles entrevista Lipovetsky, que fala do seu percurso intelectual. Neste livro, Lipovetsky aprofunda suas ideias sobre a hipermodernidade e a angústia do homem contemporâneo perante a liberdade de escolha proporcionada por esta ''''segunda modernidade'''', afirmando que os três aspectos fundamentais da modernidade – o mercado, o indivíduo e os avanços técnico-científicos – se intensificaram a partir dos anos 50 e desde os anos 80 com a intensificação da globalização, tendo passado a interferir directamente nos comportamentos sociais. O filósofo assinala os paradoxos do presente, destacando a fragilidade do indivíduo, simultaneamente mais autónomo e mais frágil.
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “Tempos Hipermodernos, Os”, de Charles Sébastien, publicado pela editora Edições 70, em 2011 e com 136 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: Edições 70
Páginas: 136
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 972441633X
ISBN13: 9789724416335
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,160
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora EDIÇOES 70 propõem uma experiência de leitura que combina rigor intelectual com acessibilidade, transitando entre ensaios filosóficos, análises históricas e reflexões éticas. O catálogo privilegia obras que exploram questões complexas como a ética aplicada, a filosofia política, e a relação entre ciência, sociedade e cultura, frequentemente apresentadas em formatos que vão do texto acadêmico ao ensaio mais didático. Há uma atenção recorrente a temas como a responsabilidade social, a evolução do pensamento humano e a interpretação crítica da história, sempre com um tom que convida à reflexão sem perder a clareza. As narrativas não são uniformes: algumas são mais densas e conceituais, enquanto outras adotam um ritmo mais fluido e acessível, aproximando-se do leitor interessado em compreender o mundo contemporâneo e suas raízes.
