
Título: Teoria do Fim da Arte
Autor: Pedro Süssekind
Sinopse: O debate sobre o fim ou a morte da arte, que se desdobrou ao longo de todo o século XX, teve como ponto de partida uma ideia de Hegel formulada em seus cursos de estética: a arte permanecerá para nós, do ponto de vista de sua destinação suprema, algo do passado. Este livro apresenta teorias de filósofos, artistas, críticos e historiadores que, tendo como referência a tese hegeliana, debateram o tema do fim arte, seja para anunciar a morte da tradição artística, seja para compreender a origem da arte moderna e contemporânea. Neste ensaio de uma teoria do fim da arte, Pedro Süssekind mostra como a repercussão dessa ideia foi abrangente e complexa, em abordagens apresentadas como formulações de problemas e abertura de caminhos para pensá-los. Desse modo, as diversas abordagens do tema podem permitir uma visão crítica da situação das artes, a fim de discutir seu papel cultural e de interpretar obras concretas, com suas poéticas singulares.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Teoria do Fim da Arte”, de Pedro Süssekind, publicado pela editora 7 Letras, em 2017 e com 144 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: 7 Letras
Páginas: 144
Ano: 2017
Edição: 1
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9788542106015
ISBN13: 9788542106015
Sobre a editora
Os livros da editora 7 LETRAS apresentam uma leitura que atravessa a poesia, a crônica e o ensaio com um olhar atento às experiências humanas e sociais. O catálogo revela uma predileção por narrativas que exploram o cotidiano, a memória e as tensões entre o indivíduo e seu entorno, ora com tom poético e contemplativo, ora com humor e irreverência. As obras frequentemente dialogam com temas como identidade cultural, desigualdades sociais, linguagens artísticas e questões urbanas, criando um ritmo que pode ser tanto fluido quanto denso, conforme o foco do texto. A diversidade se manifesta na coexistência de textos mais narrativos e outros que se aproximam da reflexão crítica e teórica, ampliando o leque de possibilidades para leitores que buscam tanto emoção quanto análise.
