
Título: Teorias Modernas da Justiça
Autor: Serge-Christophe Kolm
Sinopse: A moderna teoria da justiça é o produto da necessária nova aliança entre a economia e a filosofia. É possível concebê-la como uma mente filosófica em um corpo econômico - e uma mente sem corpo é tão irreal, ou pelo menos tão impotente, quanto pode ser perigoso e desarticulado um corpo sem mente. Sem dúvida, com exceção das duas "ciências normativas" da economia e da filosofia, a justiça é o verdadeiro tema do direito, uma preocupação central da política, um tópico essencial da sociologia e da psicologia. Este livro apresenta duas coisas: 1. Uma completa introdução à teoria da justiça e à solução de seus problemas principais (macrojustiça); 2. Uma apresentação e uma avaliação racionais das várias teorias, princípios ou critérios particulares de justiça que foram propostos na segunda metade do século XX. O livro tem por objetivo apresentar os elementos essenciais desses tópicos - todos os elementos essenciais e somente os elementos essenciais.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Teorias Modernas da Justiça”, de Serge-Christophe Kolm, publicado pela editora Martins Fontes, em 2000 e com 628 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Martins Fontes
Páginas: 628
Ano: 2000
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8533612826
ISBN13: 9788533612822
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Martins Fontes revela uma inclinação por obras que exploram o pensamento filosófico e reflexivo, muitas vezes com um tom didático e aprofundado. O catálogo privilegia textos que abordam desde a filosofia clássica e contemporânea até temas como lógica, metafísica e ética, apresentando discussões que vão do abstrato ao cotidiano. Também há espaço para narrativas que dialogam com a cultura, a história e as artes, incluindo adaptações literárias e análises que convidam o leitor a um mergulho intelectual. O ritmo das obras tende a ser contemplativo, com linguagem clara, mas que exige atenção, e o público parece ser leitor interessado em compreender ideias complexas e contextos culturais amplos.
