
Título: Terra como invenção
Autor: JOAO MARCELO EHLERT MAIA
Sinopse: Este livro analisa o conceito de espaço no pensamento social brasileiro durante a Primeira República (1889-1930) e levanta questões curiosas. Por que pensadores urbanos, preocupados com a modernização do Brasil nas primeiras décadas do século XX, vislumbraram na categoria terra, tão distante do imaginário de sua época, uma chave para entender o país? Atrás de respostas, o autor examina os escritos de alguns importantes intelectuais do período, como Euclides da Cunha e Vicente Licínio Cardoso. Mais do que um simples argumento geográfico, essa imagem tornou-se um modo de compreensão da nossa realidade.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Terra como invenção”, de JOAO MARCELO EHLERT MAIA, publicado pela editora ZAHAR, em 2008 e com 223 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: ZAHAR
Páginas: 223
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8537800775
ISBN13: 9788537800775
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,300
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,20
Sobre a editora
Os livros da editora Zahar costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico com uma linguagem acessível, mesmo em temas complexos como filosofia, psicanálise e história. O catálogo revela uma predileção por obras que exploram o pensamento crítico e reflexivo, abordando desde biografias detalhadas e ensaios filosóficos até análises sociais e culturais. A narrativa frequentemente se apoia em investigações profundas, com ritmo que varia entre o didático e o contemplativo, convidando o leitor a um mergulho atento e prolongado em temas que vão da modernidade líquida às raízes do pensamento social. A diversidade do material indica que há tanto textos mais densos e conceituais quanto obras que privilegiam a clareza e a objetividade, sem perder a complexidade dos assuntos tratados.
