
Título: Terra de Ninguém
Autor: Luiz Claudio Rocha Jardim
Sinopse: Ocorrem em nosso dia a dia diversas situações e acontecimentos que se passam, e até se repetem, e nós, entretidos em nossas lides, não lhes damos a menor atenção. São às vezes pequenas coisas como, por exemplo, palavras e expressões incomuns vindas de alguém, que ficam impressas em nossas memórias como que pedindo para que pensemos no assunto e tentemos nos aprofundar em seus significados. Como ocorreu nas obras anteriores, venho mais uma vez fazer uso do gênero poético para comentar fatos e circunstâncias que, a meu ver, mereceram essa atenção e uma busca em decifrar seus meandros e suas esquinas, como, por exemplo, as expressões “Terra de ninguém”; “Enquanto os cães ladram, a caravana passa”; “O peixe morre pela boca” e “O inglês é o idioma universal”. Obviamente não se trata de uma obra didática que procura analisar esses termos sob a ótica científica, de modo a investigar suas origens, mas usá-los como ponto de partida de uma narrativa que os torne interessantes ao leitor.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Terra de Ninguém”, de Luiz Claudio Rocha Jardim, publicado pela editora Autografia, em 2021 e com 135 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Autografia
Páginas: 135
Ano: 2021
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8551828169
ISBN13: 9788551828168
Sobre a editora
Os livros da editora Autografía revelam um interesse por narrativas que transitam entre o íntimo e o coletivo, com temas que vão da superação pessoal à crítica social. Muitas obras exploram dilemas emocionais, como o amor, a fé e a esperança, frequentemente em contextos de adversidade, enquanto outras adotam um tom mais reflexivo e didático, tratando de temas como saúde, direitos humanos e questões ambientais. O catálogo indica diversidade entre textos mais narrativos, como romances e crônicas, e obras informativas, que dialogam com públicos variados, do leitor comum ao acadêmico. Essa combinação cria um ritmo que ora convida à emoção, ora à reflexão, com linguagem acessível e conteúdo multifocal.
