
Título: Terras do sem-fim
Autor: Jorge Amado
Sinopse: A história se passa no começo do século XX, no sul da Bahia, por ocasião do desbravamento das matas para plantio de cacau nas regiões próximas ao arraial de Tabocas -- embrião progressista do futuro município de Itabuna, desmembrado de Ilhéus... A região estava sob o domínio político do fazendeiro-coronel Sinhô Badaró que, visando apropriar-se das terras devolutas do Sequeiro Grande, manda o jagunço Damião assassinar o pequeno fazendeiro Firmo, proprietário de um sítio que ficava de permeio. O atentado fracassa, e é deflagrada a luta pela posse daquelas terras, igualmente disputadas por outro rico latifundiário vizinho, o oposicionista coronel Horácio da Silveira, que também promove demanda judicial através do advogado Virgílio Cabral, enquanto se sucedem os atos de violência de parte a parte, com tropelias, plantações destruídas, incêndios e mortes.
Um dos livros mais belos de Jorge Amado, pertencendo a uma trilogia nunca concluida.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Terras do sem-fim”, de Jorge Amado, publicado pela editora Claro Enigma, em 2012 e com 280 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Claro Enigma
Páginas: 280
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Claro Enigma convidam a uma leitura que combina clareza e profundidade, com temas que vão desde questões ambientais urgentes até reflexões históricas e culturais. O catálogo apresenta obras que dialogam com o presente, como debates sobre mudanças climáticas e desafios sociais, mas também mergulham em narrativas do passado, incluindo história, filosofia e literatura brasileira. A linguagem costuma ser acessível, muitas vezes com um tom didático e ilustrativo, como em livros que usam quadrinhos para explicar filosofia ou guias práticos para jovens leitores. Essa diversidade sugere um equilíbrio entre textos mais informativos e outros de natureza narrativa e poética, com ritmo que varia do fluido ao fragmentado, conforme o tema e público.
