
Título: Tex Willer: O Signo da Serpente
Autor: G. L. Bonelli
Sinopse: Tex, seu filho Kit e Jack Tigre estão cavalgando ao noroeste da reserva navajo quando de longe enxergam o velho índio Ko-Hocei que escondera sob um punhado de terra um estranho amuleto: o signo da serpente, que consistia numa cascavel espetada numa flecha preta. Curioso, Tex descobre que Pah-uan, filho do índio encontrado, nunca mais voltaria à aldeia, pois havia sido designado para viver eternamente do reino de Mah-Shai, a poderosa feiticeira do Colorado, a senhora dos poderes das sombras. Vendo que algo na história cheirava mal, Tex obriga o índio a falar e este lhe revela que cerca de três ou quatro vezes por ano é realizada uma cerimônia religiosa durante uma noite inteira. Ao amanhecer, em frente de uma das tendas da aldeia estará o signo da serpente e aquele que encontrar o signo deverá mandar um de seus filhos mais jovens na direção do sol poente. O filho predestinado deverá levar o signo na mão e víveres para uma longa viagem e daquele instante em diante nunca mais voltará à aldeia. Já o pai do jovem desaparecido, ao nascer do novo sol, deverá seguir a pista do filho até encontrar o signo de Mah-Shai e depois de tê-lo queimado, poderá voltar para junto dos seus, onde, daquele instante em diante, gozará do favor do curandeiro e passará a fazer parte do conselho dos anciãos. Tex resolve investigar, descobrindo que Mah-Shai usava os rapazotes para fazê-los descer por uma corda na terra do abismo, uma fenda no chão localizada na Vale dos Grandes Ossos, fenda que conduzia a um lugar subterrâneo onde havia feras pré-históricas e onde nascia a flor da magia que a tornava poderosa. Os rapazotes desciam e coletavam as flores, colocavam na cesta e esta era içada por Mah-Shai, que, retirando a corda, condenava os jovens índios a nunca mais voltar. Tex, Tigre e Kit seguem a trilha de Mah-Shai e depois de derrotar a feiticeira, resolvem seguir a pista das terras do abismo, na tentativa de salvar os jovens indígenas que foram condenados a habitar na misteriosa fenda. Mas acontece que, descendo os três nas terras do abismo, não tardam a encontrar uma estranha e gigantesca criatura que, mortalmente ferida pelos tiros de suas Winchesters, enrosca-se na corda pela qual os três desceram, rebentando-a e condenando também nossos três heróis a não mais voltarem das terras do abismo, pois além de lutarem contra as terríveis feras, ainda terão que lutar com todas as suas forças contra os makandras, o povo do abismo...
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Tex Willer: O Signo da Serpente”, de G. L. Bonelli, publicado pela editora Vecchi, em 1977 e com 132 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Vecchi
Páginas: 132
Ano: 1977
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora VECCHI costumam apresentar narrativas que transitam entre o suspense sobrenatural e o faroeste clássico, criando atmosferas tensas e cheias de ação. Muitas histórias se desenrolam em cenários históricos, como o Velho Oeste americano e regiões indígenas, onde conflitos entre personagens e forças ocultas ganham destaque. O catálogo traz desde aventuras protagonizadas por heróis implacáveis até tramas que exploram pactos sombrios, cultos e ameaças místicas, com um tom que varia do dramático ao sombrio. O ritmo dessas obras tende a ser dinâmico, com confrontos frequentes e momentos de tensão que mantêm o leitor atento. Além disso, a presença de quadrinhos e HQs de terror indica uma preferência por formatos visuais que combinam narrativa e arte para intensificar o clima das histórias.
