
Título: The Americanization of Benjamin Franklin
Autor: Gordon S. Wood
Sinopse: “I cannot remember ever reading a work of history and biography that is quite so fluent, so perfectly composed and balanced . . .” —The New York Sun
“Exceptionally rich perspective on one of the most accomplished, complex, and unpredictable Americans of his own time or any other.” —The Washington Post Book World
From the most respected chronicler of the early days of the Republic—and winner of both the Pulitzer and Bancroft prizes—comes a landmark work that rescues Benjamin Franklin from a mythology that has blinded generations of Americans to the man he really was and makes sense of aspects of his life and career that would have otherwise remained mysterious. In place of the genial polymath, self-improver, and quintessential American, Gordon S. Wood reveals a figure much more ambiguous and complex—and much more interesting. Charting the passage of Franklin’s life and reputation from relative popular indifference (his death, while the occasion for mass mourning in France, was widely ignored in America) to posthumous glory, The Americanization of Benjamin Franklin sheds invaluable light on the emergence of our country’s idea of itself.
Contexto da obra
Como livro em inglês, esta obra costuma ganhar também uma camada própria de interesse editorial e linguístico. “The Americanization of Benjamin Franklin”, de Gordon S. Wood, publicado pela editora Penguin Books, em 2005 e com 320 páginas, integra a categoria Livros em Inglês. Por isso, o interesse da obra tende a se ampliar quando o leitor considera também a relação com a língua em que ela circula.
Editora: Penguin Books
Páginas: 320
Ano: 2005-05-31
Edição: Reprint
Linguagem: en
ISBN: 0143035282
ISBN13: 9780143035282
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin Books apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas históricas e biográficas com ficções densas e envolventes, transitando entre realismo social e imaginação literária. O catálogo traz obras que exploram desde investigações jornalísticas detalhadas até relatos de viagens e estudos culturais, com uma linguagem que varia do rigor acadêmico a tons mais acessíveis e líricos. Há uma presença marcante de temas como conflitos pessoais, transformações sociais e questões éticas, frequentemente ambientados em contextos históricos ou geográficos ricos, como Londres vitoriana, África colonial e cidades contemporâneas. O ritmo dos textos pode ser tanto reflexivo e contemplativo quanto tenso e acelerado, dependendo do enfoque narrativo.
