
Título: The Bad Sister
Autor: Emma Tennant
Sinopse: Introduced By Candia Mcwilliam. The Bad Sister Two Women Of London Wild Nights This Omnibus Edition Brings Together For The First Time Three Of Tennant’s Most Acclaimed Works, All Of Which Share A Spiritual Affinity. The Bad Sister And Two Women Of London Retell Two Scottish Masterpieces Of The Macabre – James Hogg’s The Private Memoirs And Confessions Of A Justified Sinner And Stevenson’s Dr Jekyll And Mr Hyde – Resetting Their Claustrophobic And Terrifying Examinations Of Duality In The Contemporary Environment Of London Through Female Protagonists. The Third Book, Wild Nights, Is A Tour De Force Of Descriptive Writing As Well As A Tale Of Old Love And Family Friction, And Completes A Trilogy Of Immense Power And Enduring Value. ‘tennant Has The Authentic Knack Of Tapping Into One’s Mental And Nervous Wiring . . . To Read Her Is To Feel Oneself In The Grip Of Something As Absorbing And Impossible Not To Respond To As A Close Family.’ Candia Mcwilliam ‘the Year’s Best Novel . . . A Whirlwind Of Pure Imagination, And For That Reason Far More “real” Than Most So-called Fiction: As Exhilarating As Racing The Rapids In A Glass Gondola With A White Witch At The Helm.’ J.g. Ballard On The Bad Sister
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “The Bad Sister”, de Emma Tennant, publicado pela editora Canongate Books e em 2010, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Canongate Books
Páginas: 0
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9781847675583
ISBN13: 9781847675583
Sobre a editora
Os livros da editora Canongate Books costumam explorar narrativas que mesclam o íntimo e o histórico, frequentemente com personagens que enfrentam dilemas pessoais em cenários marcados por tensões sociais ou culturais. O catálogo traz obras que transitam entre o realismo psicológico e elementos de mitologia ou fantasia sutil, criando atmosferas que convidam à reflexão sobre identidade, memória e relações humanas. Em alguns títulos, a linguagem se mostra direta e até mordaz, enquanto em outros predomina um tom mais contemplativo e poético. Essa diversidade sugere uma preferência por histórias que desafiam o leitor a acompanhar diferentes ritmos, ora mais densos e dramáticos, ora mais leves e irônicos.
