
Título: The Battle for Christmas
Autor: Stephen Nissenbaum
Sinopse: PULITZER PRIZE FINALIST • Drawing on a wealth of research, this "fascinating" book (The New York Times Book Review) charts the invention of our current Yuletide traditions, from St. Nicholas to the Christmas tree and, perhaps most radically, the practice of giving gifts to children. Anyone who laments the excesses of Christmas might consider the Puritans of colonial Massachusetts: they simply outlawed the holiday. The Puritans had their reasons, since Christmas was once an occasion for drunkenness and riot, when poor "wassailers extorted food and drink from the well-to-do. In this intriguing and innovative work of social history, Stephen Nissenbaum rediscovers Christmas's carnival origins and shows how it was transformed, during the nineteenth century, into a festival of domesticity and consumerism. Bursting with detail, filled with subversive readings of such seasonal classics as "A Visit from St. Nicholas” and A Christmas Carol, The Battle for Christmas captures the glorious strangeness of the past even as it helps us better understand our present.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “The Battle for Christmas”, de Stephen Nissenbaum, publicado pela editora Vintage, em 1997 e com 400 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Vintage
Páginas: 400
Ano: 1997
Edição: Illustrated
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9780679740384
ISBN13: 9780679740384
Sobre a editora
Os livros da editora Vintage oferecem uma experiência de leitura que mescla narrativas densas e personagens complexos, muitas vezes ambientados em contextos históricos ou sociais marcantes. As sinopses sugerem um catálogo que transita entre o romance contemporâneo com temas de identidade e trauma, thrillers de investigação ambientados em ambientes de elite, e obras que exploram questões políticas e culturais profundas. O tom varia do intimista e reflexivo ao tenso e cheio de reviravoltas, com uma linguagem que pode ser tanto lírica quanto direta, dependendo do foco narrativo. Vintage parece privilegiar histórias que provocam reflexão sobre o indivíduo em seu meio social, com atenção a conflitos internos e externos, e que frequentemente apresentam uma ambientação rica em detalhes, seja em cidades modernas, sociedades históricas ou realidades políticas complexas.
