
Título: The Beginning of Infinity: Explanations That Transform the World
Autor: David Deutsch
Sinopse: The New York Times bestseller: A provocative, imaginative exploration of the nature and progress of knowledge
“Dazzling.” – Steven Pinker, The Guardian
In this groundbreaking book, award-winning physicist David Deutsch argues that explanations have a fundamental place in the universe—and that improving them is the basic regulating principle of all successful human endeavor. Taking us on a journey through every fundamental field of science, as well as the history of civilization, art, moral values, and the theory of political institutions, Deutsch tracks how we form new explanations and drop bad ones, explaining the conditions under which progress—which he argues is potentially boundless—can and cannot happen. Hugely ambitious and highly original, The Beginning of Infinity explores and establishes deep connections between the laws of nature, the human condition, knowledge, and the possibility for progress.
Contexto da obra
Como livro em inglês, esta obra costuma ganhar também uma camada própria de interesse editorial e linguístico. “The Beginning of Infinity: Explanations That Transform the World”, de David Deutsch, publicado pela editora Penguin Books, em 2012 e com 487 páginas, integra a categoria Livros em Inglês. Por isso, o interesse da obra tende a se ampliar quando o leitor considera também a relação com a língua em que ela circula.
Editora: Penguin Books
Páginas: 487
Ano: 2012
Edição: Reprint
Linguagem: en
ISBN: 0143121359
ISBN13: 9780143121350
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin Books apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas históricas e biográficas com ficções densas e envolventes, transitando entre realismo social e imaginação literária. O catálogo traz obras que exploram desde investigações jornalísticas detalhadas até relatos de viagens e estudos culturais, com uma linguagem que varia do rigor acadêmico a tons mais acessíveis e líricos. Há uma presença marcante de temas como conflitos pessoais, transformações sociais e questões éticas, frequentemente ambientados em contextos históricos ou geográficos ricos, como Londres vitoriana, África colonial e cidades contemporâneas. O ritmo dos textos pode ser tanto reflexivo e contemplativo quanto tenso e acelerado, dependendo do enfoque narrativo.
