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The Blue Flowers

Título: The Blue Flowers

Autor: Raymond Queneau

Sinopse: The Blue Flowers follows two unlikely characters: Cidrolin, who alternates between drinking and napping on a barge parked along the Seine in the 1960s, and the Duke d’Auge as he rages through history—about 700 years of it—refusing to crusade, clobbering his king with a cannon, and dabbling in alchemy. But is it just a coincidence that the Duke appears only when Cidrolin is dozing? And vice versa? As Raymond Queneau explains: “There is an old Chinese saying: ‘I dream that I am a butterfly and pray there is a butterfly dreaming he is me.’ The same can be said of the characters in this novel—those who live in the past dream of those who live in the modern era—and those who live in the modern era dream of those who live in the past.” Channeling Villon and Céline, Queneau attempts to bring the language of the French streets into common literary usage, and his mad wordplays, puns, bawdy jokes, and anachronistic wackiness have been kept amazingly and glitteringly intact by the incomparable translator Barbara Wright. A romp through the ages, by a writer “who inspires newsletters, fan clubs, and passionate exegeses.” Michael Dirda, The Washington Post

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “The Blue Flowers”, de Raymond Queneau, publicado pela editora New Directions, em 2018 e com 244 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: New Directions

Páginas: 244

Ano: 2018

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN:

ISBN13: 9780811227926

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Raymond Queneau é um convite a explorar a linguagem em sua multiplicidade e jogo. O ritmo pode variar do frenético ao contemplativo, ora com humor irreverente, ora com uma ironia sutil que desafia o leitor a acompanhar variações inesperadas de um mesmo tema. A tensão surge da combinação entre o absurdo e o cotidiano, com personagens que transitam entre o trivial e o surreal, sempre com uma voz que oscila entre o coloquial e o experimental. A experiência é marcada por uma atenção aguçada à forma e ao som, que transforma a narrativa em um exercício criativo e lúdico. Em meio a esse panorama, os livros de Raymond Queneau revelam uma escrita que provoca o leitor a questionar o que é história, linguagem e até identidade.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora New Directions costumam apresentar uma experiência de leitura marcada por densidade literária e uma linguagem que oscila entre o poético e o filosófico. Muitas obras exploram temas como a condição humana, o tempo, a memória e a identidade, frequentemente ambientadas em contextos históricos ou culturais específicos, como pequenas comunidades isoladas ou grandes transformações sociais. O catálogo revela um interesse por narrativas que combinam o experimental com o intimista, ora com ritmo meditativo e reflexivo, ora com humor ácido e ironia. A diversidade editorial é notável, com obras que transitam entre o lirismo de poemas e a prosa fragmentada, assim como entre ficções que desafiam a linearidade e relatos autobiográficos com forte carga emocional.

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