
Título: The Bone Lady: Life as a Forensic Anthropologist
Autor: Mary H. Manhein
Sinopse: When a skeleton is all that's left to tell the story of a crime, Mary H. Manhein, otherwise known as "the bone lady," is called in. For almost two decades, Manhein has used her expertise in forensic pathology to help law enforcement agents--locally, nationally, and internationally--solve their most perplexing mysteries. She shares the extraordinary details of the often high-profile cases on which she works, and the science underlying her analyses. Here are Civil War skeletons, cases of alleged voodoo and witchcraft, crimes of political intrigue, and the before-and-after of facial reconstruction. Written with the compassion and humor of a born storyteller, The Bone Lady is an unforgettable glimpse into the lab where one scientist works to reveal the human stories behind the remains.
Contexto da obra
Como livro em inglês, esta obra costuma ganhar também uma camada própria de interesse editorial e linguístico. “The Bone Lady: Life as a Forensic Anthropologist”, de Mary H. Manhein, publicado pela editora Penguin Books, em 2000 e com 160 páginas, integra a categoria Livros em Inglês. Por isso, o interesse da obra tende a se ampliar quando o leitor considera também a relação com a língua em que ela circula.
Editora: Penguin Books
Páginas: 160
Ano: 2000-07-01
Edição: Reissue
Linguagem: en
ISBN: 014029192X
ISBN13: 9780140291926
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin Books apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas históricas e biográficas com ficções densas e envolventes, transitando entre realismo social e imaginação literária. O catálogo traz obras que exploram desde investigações jornalísticas detalhadas até relatos de viagens e estudos culturais, com uma linguagem que varia do rigor acadêmico a tons mais acessíveis e líricos. Há uma presença marcante de temas como conflitos pessoais, transformações sociais e questões éticas, frequentemente ambientados em contextos históricos ou geográficos ricos, como Londres vitoriana, África colonial e cidades contemporâneas. O ritmo dos textos pode ser tanto reflexivo e contemplativo quanto tenso e acelerado, dependendo do enfoque narrativo.
