
Título: The Bookshop: A Novel
Autor: Penelope Fitzgerald
Sinopse: The Bookshop unfolds in a tiny Sussex seaside town, which by 1959 is virtually cut off from the outside English world. Postwar peace and plenty having passed it by, Hardborough is defined chiefly by what it doesn't have. It does have, however, plenty of observant inhabitants, most of whom are keen to see Florence Green's new bookshop fail. But rising damp will not stop Florence, nor will the resident, malevolent poltergeist (or "rapper," in the local patois). Nor will she be thwarted by Violet Gamart, who has designs on Florence's building for her own arts series and will go to any lengths to get it. One of Florence's few allies (who is, unfortunately, a hermit) warns her: "She wants an Arts Centre. How can the arts have a centre? But she thinks they have, and she wishes to dislodge you."
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “The Bookshop: A Novel”, de Penelope Fitzgerald, publicado pela editora Mariner Books, em 1997 e com 128 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Mariner Books
Páginas: 128
Ano: 1997
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 0395869463
ISBN13: 9780395869468
Sobre a editora
Os livros da editora Mariner Books oferecem uma experiência de leitura que transita entre narrativas literárias e obras de não ficção que exploram temas históricos, científicos e culturais com profundidade e clareza. O catálogo apresenta desde ficções ambientadas em contextos históricos ricos, como investigações medievais e relatos da Primeira Guerra Mundial, até análises contemporâneas sobre ciência e sociedade, sempre com um tom que equilibra rigor e acessibilidade. Há obras que combinam suspense e humor, assim como textos que abordam questões complexas da mente humana e da memória, sugerindo uma preferência editorial por títulos que desafiam o leitor a refletir sem abrir mão do entretenimento.
