
Título: The Camera My Mother Gave Me
Autor: Susanna Kaysen
Sinopse: Susanna Kaysen, who wrote about her teenage depression in the bestseller Girl, Interrupted, now takes on another taboo: her vagina–which suddenly and inexplicably starts to hurt. And neither Kaysen’s cheery gynecologist, nor her internist, nor a laconic “vulvologist” has the cure. An alternative health nurse suggests direct application of tea, baking soda, and boric acid. Others recommend novocaine, oatmeal, “bio-feedback,” and anti-depressants. Nothing works. As sex becomes more and more painful, Kaysen’s relationship with her boyfriend disintegrates and she turns to her best friends, her wicked sense of humor, and finally wry self-reflection to get herself through.
Using this unusual lens, Kaysen challenges us to think in new ways about the centrality and power of sexuality. The Camera My Mother Gave Me is an unexpected and revelatory book from one of our most candid, insightful and consistently surprising writers.
Contexto da obra
Como livro em inglês, esta obra costuma ganhar também uma camada própria de interesse editorial e linguístico. “The Camera My Mother Gave Me”, de Susanna Kaysen, publicado pela editora Vintage, em 2002 e com 160 páginas, integra a categoria Livros em Inglês. Por isso, o interesse da obra tende a se ampliar quando o leitor considera também a relação com a língua em que ela circula.
Editora: Vintage
Páginas: 160
Ano: 2002-10-08
Edição: Reprint
Linguagem: en
ISBN: 0679763430
ISBN13: 9780679763437
Sobre a editora
Os livros da editora Vintage oferecem uma experiência de leitura que mescla narrativas densas e personagens complexos, muitas vezes ambientados em contextos históricos ou sociais marcantes. As sinopses sugerem um catálogo que transita entre o romance contemporâneo com temas de identidade e trauma, thrillers de investigação ambientados em ambientes de elite, e obras que exploram questões políticas e culturais profundas. O tom varia do intimista e reflexivo ao tenso e cheio de reviravoltas, com uma linguagem que pode ser tanto lírica quanto direta, dependendo do foco narrativo. Vintage parece privilegiar histórias que provocam reflexão sobre o indivíduo em seu meio social, com atenção a conflitos internos e externos, e que frequentemente apresentam uma ambientação rica em detalhes, seja em cidades modernas, sociedades históricas ou realidades políticas complexas.
