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The Changeling

Título: The Changeling

Autor: Kenzaburo Oe

Sinopse: The Changeling (取り替え子 (チェンジリング) Torikae ko (Chenjiringu)) is a 2000 novel by Kenzaburō Ōe. It is the first book of a trilogy. It was translated into English by Deborah Boliver Boehm , and published in the United States by Grove Press. Its English publication appeared in 2010.[2] Boehm uses American English heavily in her translation. The United Kingdom version is published by Atlantic Books. In the novel, a filmmaker named Goro Hanawa commits suicide. Goro had appeared happy before his suicide. His best friend, a novelist named Kogito Choko, discovers the suicide via an audiotape recorded by Goro; he had sent forty tapes to Kogito. Chikashi Choko, Goro's sister and Kogito's wife, also learns that Goro died. To learn why Goro had killed himself, Kogito listens to the tapes. Scott Esposito of the Los Angeles Times said that "What he finds is a rambling series of discourses on everything from the friendship they've shared since they were teens in the 1950s to Goro's ideas about art and life, their shared admiration for Rimbaud and a few secrets from the past." Kogito Choko (長江 古義人 Chōkō Kogito) – The main character. He has a son who is a composer and is disabled.[1] The name "Kogito" is a tribute to Descartes (cogito ergo sum). Kogito is modeled off of Kenzaburō Ōe.[1] Ōe has a disabled son, Hikari Ōe. Goro Hanawa (塙 吾良 Hanawa Gorō) – A legendary filmmaker who commits suicide. He is Kogito's brother in law and best friend Goro is based on Juzo Itami, who was Ōe's brother in law.[1] Chikashi Choko (長江 千樫 Chōkō Chikashi) – Goro's sister and Kogito's wife Daio : one-armed leader of a band of young, right-wing disciples whom he inherited from Kogito's late father in 1945 Peter: a, homosexual U.S. Army officer serving in Japan in 1952 Mitsu Azuma-Böme:, a mysterious older Japanese woman who seeks Kogito out in Berlin Akari Choko (長江 アカリ Chōkō Akari):, Kogito's son and slightly mentally handicapped composer Ura Shima: Goro's teenage lover in Berlin one year before his suicide

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “The Changeling”, de Kenzaburo Oe, publicado pela editora Grove Press, em 2011 e com 468 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Grove Press

Páginas: 468

Ano: 2011

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN:

ISBN13: 9780802145239

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Kenzaburo Oe é marcada por uma imersão em universos onde o real e o ficcional se entrelaçam de forma sutil, criando uma atmosfera de tensão constante entre memória, identidade e a fragilidade humana. O ritmo varia entre momentos contemplativos, quase poéticos, e passagens intensas, que exploram conflitos íntimos e sociais com uma prosa que equilibra densidade emocional e clareza narrativa. Em suas obras, personagens frequentemente lidam com dilemas pessoais profundos, como a convivência com a deficiência e a busca por sentido diante da adversidade, o que gera uma experiência de leitura que provoca reflexão sobre as fronteiras entre o indivíduo e seu entorno. A escrita de Oe não se prende a linearidades simples, preferindo construir camadas que desafiam o leitor a questionar o que é memória, o que é criação e como se estabelece a definição da existência. Esse mosaico delicado e por vezes perturbador é uma marca constante nos livros de Kenzaburo Oe.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Grove Press costumam oferecer experiências de leitura marcadas por narrativas densas, muitas vezes com personagens complexos e conflitos morais profundos. O catálogo traz desde histórias que exploram o peso da memória e da culpa em cenários realistas, até obras que se aventuram em territórios do surreal e do fantástico, como o uso do realismo mágico para revelar segredos do passado. Há também uma atenção evidente a temas sociais e políticos, como a luta por liberdade, as tensões raciais e culturais, e os dilemas da identidade, apresentados com um tom que varia entre o trágico, o satírico e o crítico. A linguagem pode ser elaborada e reflexiva, com ritmo que ora é cadenciado e contemplativo, ora rápido e irônico, como em narrativas que misturam humor ácido e suspense.

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