
Título: The Counterfeiters: A Novel
Autor: André Gide
Sinopse: Novel by Andre Gide, published in French in 1926 as Les Faux-Monnayeurs. Constructed with a greater range and scope than his previous short fiction, The Counterfeiters is Gide's most complex and intricately plotted work. It is a novel within a novel, concerning the relatives and teachers of a group of schoolboys who are subjected to corrupting influences both in and out of the classroom. In a progression of unconnected scenes and events, the novel approximates the texture of daily life. Schoolboys of diverse ages and dispositions attend the Pension Azais. Some are suspected of having attempted to circulate counterfeit coins. Edouard, an author writing a novel entitled The Counterfeiters, observes that if a counterfeit coin is thought to be authentic, it is accepted as valuable; if it is found to be counterfeit, it is perceived as worthless. Therefore, he concludes, value is wholly a matter of perception and has nothing to do with reality. The counterfeiters are thus representative of those who disguise themselves with false personalities, either in unconscious self-deception or through conscious, hypocritical conformity to convention.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “The Counterfeiters: A Novel”, de André Gide, publicado pela editora Vintage, em 1973 e com 408 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Vintage
Páginas: 408
Ano: 1973
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 0394718429
ISBN13: 9780394718422
Sobre a editora
Os livros da editora Vintage oferecem uma experiência de leitura que mescla narrativas densas e personagens complexos, muitas vezes ambientados em contextos históricos ou sociais marcantes. As sinopses sugerem um catálogo que transita entre o romance contemporâneo com temas de identidade e trauma, thrillers de investigação ambientados em ambientes de elite, e obras que exploram questões políticas e culturais profundas. O tom varia do intimista e reflexivo ao tenso e cheio de reviravoltas, com uma linguagem que pode ser tanto lírica quanto direta, dependendo do foco narrativo. Vintage parece privilegiar histórias que provocam reflexão sobre o indivíduo em seu meio social, com atenção a conflitos internos e externos, e que frequentemente apresentam uma ambientação rica em detalhes, seja em cidades modernas, sociedades históricas ou realidades políticas complexas.
