
Título: The Countess (The Bride Quest II #1)
Autor: Claire Delacroix
Sinopse: "Be mine for a year and a day and I will possess your heart forevermore!" Driven from her late husband's estate, Countess Eglantine de Crevy fled to wildest Scotland to claim a castle, only to find a ruin - and a clan chieftain standing guard. Kinbeath was hers, she declared, vowing to rebuild the manor and launch a bride quest so her daughters could marry for love. But Duncan MacLaren had devised a bride quest of his own, swearing to win the land - and the fiery countess - in a war of sweet seduction... Eglantine declared she would never be captured by this barbarian. Yet Duncan awakened passions she had never known before. She promised to fight him with every weapon at her command even as he vowed to woo her for a year and a day - and make her his pagan bride. Each thought Kinbeath the prize the most desired, a prize to be won at any price. Until passion turned to love, and the chieftain found himself fighting for the heart and hand of the woman he was born to possess.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “The Countess (The Bride Quest II #1)”, de Claire Delacroix, publicado pela editora Deborah A. Cooke, em 2012 e com 324 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Deborah A. Cooke
Páginas: 324
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 0987839993
ISBN13:
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Deborah A. Cooke costuma mergulhar o leitor em universos onde o romance é o eixo central, frequentemente ambientado em cenários históricos ou fantásticos. As narrativas exploram conflitos pessoais intensos, como alianças matrimoniais forçadas, segredos do passado e batalhas épicas, sempre com um tom emotivo e envolvente. O ritmo varia entre momentos de tensão e cenas de cortejo ou paixão, criando um equilíbrio entre ação e introspecção. O catálogo indica uma preferência por histórias que combinam elementos de fantasia — como metamorfos e magia — com dramas humanos profundos, muitas vezes envolvendo heranças, lealdades e segredos familiares. Em algumas obras, o tom mais lírico e romântico contrasta com outras mais dinâmicas e cheias de suspense, mostrando certa diversidade dentro do gênero.
