
Título: The Decade of Blind Dates
Autor: Richard Alther
Sinopse: Peter Bauman, a divorced gay painter, plunges into the personals. He first dates a Connecticut physician-a rabid Republican, and then a man who crochets lace toilet roll covers. Another tryst interrupted by his son, Peter is caught naked two-stepping with a tattooed punk. Next, he's snowbound with a geek heavier than advertised, who arrives with a bag of sex toys. Best pal Barry counsels him to look between the eyes before the legs.He takes more seriously a handsome, stern Maine woodsman, then a British aristocrat patron who declines further intimacy because of his AIDS.During a decade of sex and shenanigans, encouraged by his ex-wife, daughter, and son, Peter examines his life painting portraits and discovers his soul-mate at last.Whether you are straight or gay, Richard Alther exposes the hilarity and devastation of starting over romantically in midlife.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “The Decade of Blind Dates”, de Richard Alther, publicado pela editora iUniverse, em 2008 e com 288 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: iUniverse
Páginas: 288
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9780595467297
ISBN13: 9780595467297
Sobre a editora
Os livros da editora iUniverse convidam o leitor a navegar por narrativas que transitam entre o pessoal e o político, o real e o fantástico, com uma diversidade que vai do relato íntimo à ficção especulativa. O catálogo revela histórias que exploram conflitos humanos profundos, como a busca por identidade e amor na meia-idade, o enfrentamento da doença com humor, e a luta por justiça em cenários sociais complexos. Há também obras que mesclam elementos de suspense, fantasia e drama histórico, muitas vezes com protagonistas em situações-limite ou dilemas morais. A linguagem varia do coloquial ao reflexivo, e o ritmo pode ser tanto contemplativo quanto tenso, dependendo da proposta narrativa.
