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The Edible Woman

Título: The Edible Woman

Autor: Margaret Atwood

Sinopse: The novel that put the bestselling author of The Handmaid's Tale and The Testaments on the literary map. The Booker Prize winner's first novel is both a scathingly funny satire of consumerism and a heady exploration of emotional cannibalism.

Marian McAlpin is an “abnormally normal” young woman, according to her friends. A recent university graduate, she crafts consumer surveys for a market research firm, maintains an uneasy truce between her flighty roommate and their prudish landlady, and goes to parties with her solidly dependable boyfriend, Peter. But after Peter proposes marriage, things take a strange turn. Suddenly empathizing with the steak in a restaurant, Marian finds she is unable to eat meat. As the days go by, her feeling of solidarity extends to other categories of food, until there is almost nothing left that she can bring herself to consume. Those around her fail to notice Marian’s growing alienation—until it culminates in an act of resistance that is as startling as it is imaginative. Marked by blazingly surreal humor and a colorful cast of eccentric characters, The Edible Woman is a groundbreaking work of fiction.

Contexto da obra

Como livro em inglês, esta obra costuma ganhar também uma camada própria de interesse editorial e linguístico. “The Edible Woman”, de Margaret Atwood, publicado pela editora Anchor, em 1998 e com 320 páginas, integra a categoria Livros em Inglês. Por isso, o interesse da obra tende a se ampliar quando o leitor considera também a relação com a língua em que ela circula.

Editora: Anchor

Páginas: 320

Ano: 1998-03-16

Edição: First Anchor Books Edition

Linguagem: en

ISBN: 0385491069

ISBN13: 9780385491068

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Margaret Atwood é uma imersão em mundos onde o futuro próximo se mistura com o presente, criando cenários que oscilam entre o familiar e o inquietante. Sua prosa combina uma tensão constante entre o distópico e o íntimo, revelando personagens que enfrentam crises morais e sociais profundas, muitas vezes em regimes totalitários ou sociedades pós-apocalípticas. O ritmo varia entre narrativas densas e momentos de reflexão, com um humor sutil e uma ironia que não poupam críticas ao poder, à opressão e às questões ambientais. A experiência é marcada por vozes femininas complexas e multifacetadas, que desafiam versões tradicionais da história e da mitologia. Ler Margaret Atwood é confrontar perguntas sobre identidade, memória e resistência, sempre com uma escrita que é ao mesmo tempo acessível e carregada de significado, um convite para pensar o presente através de futuros possíveis.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Anchor apresentam uma leitura marcada pela diversidade de temas e estilos, onde o cotidiano se mistura a questões profundas e narrativas que oscilam entre o humor irônico e o drama sensível. As histórias frequentemente exploram relações familiares complexas, dilemas pessoais e transformações internas, com personagens que enfrentam conflitos contemporâneos em ambientes urbanos ou históricos. A linguagem tende a ser acessível, mas com nuances que revelam camadas emocionais e sociais, convidando o leitor a refletir sobre identidades, escolhas e o impacto do passado no presente.

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