
Título: The Falcon and the Flower
Autor: Virginia Henley
Sinopse: Astride her white palfrey, surrounded by a nimbus of silver-blond hair, Jasmine was a vision to strike a man mute with desire. But the violet-eyed love child of King Richard's half brother had vowed that no man would ever rule her heart. Until she saw the face of the Devil himself in her crystal ball--the dark, brooding knight who would kill to make her his own. She would risk a dissolute court and a maddened, lustful king to keep destiny at bay, anything to keep her from the hypnotic eyes and burning caresses of...The Falcon. A wickedly handsome warrior who lived by blood and the sword, Falcon de Burgh wanted to wed no woman--until he laid eyes on the exquisite Jasmine, and he vowed to possess her, to teach her all the wondrous ways a man could love a woman, no matter what it might take to conquer her fiery, unyielding heart. Falcon knew only blind, reckless passion as he swore to tame, at the risk of his life...The Flower.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “The Falcon and the Flower”, de Virginia Henley, publicado pela editora Random House, em 1989 e com 480 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Random House
Páginas: 480
Ano: 1989
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 0440204291
ISBN13: 9780440204299
Sobre a editora
Os livros da editora Random House apresentam uma variedade de narrativas que transitam entre o realismo histórico, o suspense contemporâneo e a ficção especulativa. A experiência de leitura costuma envolver personagens complexos em ambientes que vão desde pequenas vilas inglesas até cidades modernas e mundos imaginários, com conflitos que exploram tanto dramas pessoais quanto questões sociais amplas. O catálogo sugere obras que equilibram enredos mais narrativos e envolventes com textos que dialogam com temas atuais, como justiça social e memórias históricas, sempre com um ritmo que pode variar do introspectivo ao tenso. A linguagem, em geral, é acessível, mas não simplificada, convidando leitores que apreciam tanto o desenvolvimento psicológico quanto a construção cuidadosa do cenário.
